Quem Somos



O Centro Espírita Pai João de angola.

Inscrito na Federação Umbandista do paraná, sob o Nr 0019.
Localizado em maringá.Pr.

telefones de contato (044)3034-58-27 ou 9956-84-63.

Email do Centro para Pedidos de orações.
centropaijoaodeangola2010@hotmail.com

E-mail do dirigente do centro:

betodeogum-2009@hotmail.com

Nosso Atendimento e de segunda a Sexta-feira das 09:00 as 20:00.

Consultas somente com hora marcada.

Veja o Video de Nosso altar.

     



Nosso centro é uma entidade espírita umbandista ,

cuja finalidade e a pratica e o estudo dos cultos e rituais da umbanda.,

orientados por, guias e orixás.


Nossa missão:

Ajudar os necessitados sem perguntas,

fazer o bem sem olhar a quem..


Mensagem Inicial.

 Deus não escolhe os capacitados. Capacita os escolhidos

Deus não quer que sejamos eficientes de uma hora para outra. Ele nos quer exatamente como somos e estamos neste exato momento: caídos, calejados, duvidosos ou alegres, motivados e cheios de luz. A única coisa que deseja é que estejamos disponíveis ao aprendizado de seu amor. E com humildade, entrega, paciência e compaixão conquistar a paz interior que Ele tanto nos fala.
Lembrem, quando Jesus convidou os pescadores para segui-Lo sabia que tinham muito a aprender, principalmente sobre a fé, amizade, fidelidade e tolerância. Ele não os queria prontos, preparados, cheios de sabedoria. Queria despertar em seus homens a fé genuína, a amizade verdadeira, o espírito solidário e fraterno, um caminho de vida nova.
Portanto, anime-se, não há ninguém mais preparado que você… por que os atributos materiais e intelectuais não contam…
Aquele que já atingiu a sabedoria compreende que é preciso somente a entrega total à vontade divina…
Todos podemos ser colaboradores nesta busca. É só nos capacitar a seguir o Amor, a alegria, o perdão, a reconciliação e encontrar o nosso celeiro de bênçãos e graças…
Se você acha que até hoje não foi uma boa pessoa para seu pai, sua mãe, seus filhos, sua família, seu companheiro, seus amigos… Não tem importância, comece agora a viver de modo diferente!
Tenha paciência, perseverança, humildade, vontade de mudar que tudo se transformará…
Acredite, você pode, você consegue, você é capaz!

Sandra Torres.


Mensagem de " Boas -vindas "do Centro Espírita  Pai João de angola.
Meu filho,Minha filha, que as Bênçãos do Pai Maior estejam em sua vida.
Você esta num centro espírita umbandista, talvez você não tenha vindo aqui por livre escolha, talvez as dificuldades da vida lhe tenham indicado o caminho, quem sabe a curiosidade natural que invade seu coração, mas não importa...
Você esta aqui e nós também.
Queremos esclarecer a você que neste recinto reina a disciplina e o respeito por nossos guias e pelas leis de Umbanda.
Aqui se pratica a caridade e por isso mesmo que não se cobra nada pelas orações e conselhos que aqui são prestados.
Somos trabalhadores do Pai Maior , e não temos outro objetivo que não seja servir de instrumento para que os nossos guias realizarem seus trabalhos.
Não tratamos de nenhum assunto que possa prejudicar o próximo.
Nossa Lei Maior chama-se Umbanda e para nós significa, união, caridade, crescimento e integração com as leis da vida.
Seja Bem-vindo, vibre harmonia, bem estar e prosperidade e que os guias iluminem sua vida para encontrar respostas aos
seus questionamentos e a solução para as suas dificuldades.
Pai João de angola.
 
 

Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, pitando o seu cachimbo, um triste preto-velho chorava.
De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces e não sei porque contei-as... Foram sete.
Na incontida vontade de saber aproximei-me e o interroguei. Fala, meu preto-velho,
diz ao teu filho por que externas assim uma tão visível dor?
E ele, suavemente respondeu: Estás vendo esta multidão que entra e sai?
As lágrimas contadas estão distribuídas a cada uma delas.
A primeira, eu dei a estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que
suas mentes ofuscadas não podem conceber...
A segunda a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre
que seus próprios merecimentos negam.
A terceira, distribui aos maus, aqueles que somente procuram a UMBANDA, em busca de vingança,
desejando sempre prejudicar a um seu semelhante.
A quarta, aos frios e calculistas que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se
dela de qualquer forma e não conhecem a palavra gratidão.
A quinta, chega suave, tem o riso, o elogio da flor dos lábios mas se olharem bem o seu semblante,
verão escrito: Creio na UMBANDA, nos teus caboclos e no teu Zambi, mas somente se vencerem o meu caso,
ou me curarem disso ou daquilo.
A sexta, eu dei aos fúteis que vão de Centro em Centro, não acreditando em nada, buscam aconchegos e
conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente.
A sétima, filho notas como foi grande e como deslizou pesada? Foi a última lágrima, aquela que vive nos
olhos de todos os Orixás. Fiz doação dessa aos Médiuns vaidosos,
que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas.
Esquecem que existem tantos irmãos precisando de amparo material e espiritual.
Assim, filho meu, foi para esses todos, que viste cair, uma a uma
AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO-VELHO.
 

 
O Primeiro sorriso é pelo médium que está sempre zelando por sua conduta e equilíbrio espiritual, quando um preto velho ou outra entidade chega no terreiro, o mesmo trata com tamanho carinho.

O Segundo sorriso é pelas crianças carnais que em muitas ocasiões estão presentes nas giras, o ambiente de alegria, amor e muito carinho.

O Terceiro sorriso é pelos médiuns que estão dispostos a ajudar e zelar pela casa de nosso pai que chegam cedo para ajudar, os que vem fora dois dias de trabalho para organizar a casa pela sua propria vontade e que muitas das vezes são os primeiros a chegarem nas giras e os últimos a sairem também.
O Quarto sorriso é pela assistência quando olhamos para eles e vimos através de seus olhares, humildade, solidariedade, igualdade e vontade de receber a caridade, pois estes olhares são de sentimentos que brotam em nossos corações.
O Quinto sorriso é pelo consulente que vem até junto de nós e fala: HOJE MEU PRETO VELHO, NÃO VIM PARA PEDIR E SIM PARA AGRADECER A NOSSO PAI OXALÁ POR TUDO QUE RECEBI
O Sexto sorriso é pelo zelo com que o dirigente, tem por nossa mãe UMBANDA, pelos seus irmãos, por muitas vezes, por sua tamanha humildade não sabem a tamanha referência que é.
O Sétimo sorriso é por agradecimento aos orixás, pois por intermédio deles nosso Zambi, maior oportunidade de poder-mos praticar a caridade e elevar-mos nossa espiritualidade.
 
               AGRADECIMENTOS
                          
Agradecemos a Deus a grande oportunidade de podermos levar as pessoas leigas na
umbanda um pouco do nosso conhecimento.
Agradecemos os guias e os Orixás pelas instruções recebida.
Agradeço a minha Esposa e meu filho pela compreensão, sei que furtei deles a minha presença e atênção, devidos as noites e fins de Semana em que tenho trabalhado ardúamente na confecção das páginas deste Site.
Agradeço aos Internautas que tem manifestado o seu Apoio ao nosso trabalho, postando mensagens de apoio em nosso livro de Visitas nos enviando E-mails.
Visitando frequentemente nossos altares.
A Umbanda é um mundo cheio de luz.
como diria o pai João:
"Mestre não é aquele que ensina e sim aquele que aprende"
O nosso propósito é bem simples, divulgar a nossa querida Umbanda.
Nosso site não tem patrocinio, e nem ajuda de espécie alguma, foi criado e é mantido com recursos próprios, isso é uma retribuição a tudo que recebemos de nossos guias é uma forma de agradecer divulgando.
Pois "quem não vive pra servir não serve para Viver".
Obrigado por sua visita.
Beto de ogum.
 

Umbanda, quem és?
Sou a fuga para alguns, a coragem para outros.
Sou o tambor que ecoa nos terreiros, trazendo o som das selvas e das senzalas.
Sou o cântico que chama ao convívio seres de outros planos.
Sou a senzala do Preto Velho, a ocara do Bugre, a cerimônia do Pajé, a encruzilhada do Exu, o jardim da Ibejada, o nirvana do Indu e o céu dos Orixás.
Sou o café amargo e o cachimbo do Preto Velho, o charuto do Caboclo e do Exu; o cigarro da Pomba-Gira e o doce do Ibejê.
Sou a gargalhada da Padilha, o requebro da Cigana, a seriedade do Tranca-Rua.
Sou o sorriso e a meiguice de Maria Conga e de Cambinda; a traquinada de Mariazinha da Praia e a sabedoria de Urubatão.
Sou o fluído que se desprende das mãos do médium levando a saúde e a paz.
Sou o isolamento dos orientais onde o mantra se mistura ao perfume suave do incenso. Sou o Templo dos sinceros e o teatro dos atores.
Sou livre. Não tenho Papas. Sou determinada e forte.
Minhas forças? Elas estão no homem que sofre e que clama por piedade, por amor, por caridade.
Minhas forças estão nas entidades espirituais que me utilizam para seu crescimento.
Estão nos elementos. Na água, na terra, no fogo e no ar; na pemba, na tuia, no mandala do ponto riscado.
Estão finalmente na tua crença, na tua Fé, que é o elemento mais importante na minha alquimia.
Minhas forças estão em ti, no teu interior, lá no fundo, na última partícula da tua mente, onde te ligas ao Criador.
Quem sou? Sou a humildade, mas cresço quando combatida.
Sou a prece, a magia, o ensinamento milenar, sou cultura.
Sou o mistério, o segredo, sou o amor e a esperança. Sou a cura. Sou de ti. Sou de Deus. Sou Umbanda.
Só isso. Sou Umbanda.
Elcyr Barbosa






Videos de Umbanda:

     
     































Saudações aos Orixás.


  Saudações
O Umbandista respeitoso e religioso deve sempre que entrar em um Centro, Saudar respeitosamente as Forças que sustentam aquele Centro e o próprio médium.
Deve-se no primeiro momento Saudar as Forças dos Srs. Guardiões e das Sras. Guardiãs assentadas na Tronqueira agradecendo a permissão de sua entrada naquela Casa Santa, agradecendo o recolhimento e encaminhamento de espíritos negativos que é realizado no ato da “simples” saudação, agradecendo a guarda, a força e a proteção que ELES realizam. Em segundo momento Saudar o Congá e o Altar, local Sagrado de um Centro que deve ser respeitado e é onde se realiza a grande troca de energia, pois todas as Irradiações Divinas estão sendo projetadas sobre todos aqueles que reconhecem o Poder Divino.
O ato de “Bater Cabeça” não deve ser um “costume”, mas sim uma atitude de reverência diante dos Sagrados Orixás, é nessa hora que comungamos com Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Obaluayê e Iemanjá pedindo que mantenha nossos olhos fechados para o ciúme, para o egoísmo e para a inveja, que mantenha nossos ouvidos fechados para a intriga e para a curiosidade que alimenta a fofoca, que ma¬ntenha nossos corações aber¬tos para o amor, para a fé, para a compaixão e para a esperança, que ma¬ntenha nossa mente aberta para o discerni¬mento, para a sabedoria e para a paciência, que mantenha nosso espírito purificado e iluminado para que assim possamos servir de “simples” instrumentos de Deus, da Lei e da Justiça. É o momento de agradecer, agradecer e agradecer por essa oportunidade única e ex¬celsa que temos por estar diante do Poder Divino.
Em terceiro lugar e não menos importante, o médium deve Saudar e tomar a Benção de seu Pai ou Mãe Espiritual. Quando isso ocorre, o “filho” está reconhecendo seu Pai Espiritual co¬mo o detentor dos conhecimentos da Lei de Umbanda e como seu orientador, que o conduzirá, sustentará e protegerá dentro da doutrina religiosa Umbandista.
“Tomar a Benção” é um procedimento de reconhecimento de Grau e de respeito à Hierarquia, pois o Pai Espiritual é a voz, é a força, é o representante e o intermediá¬rio dos Orixás aqui no plano material e ele é escolhido e preparado pelas próprias Forças Divinas, pois se assim não fosse, não conseguiria sustentar uma gira ou realizar um “simples” desenvolvimento.
Cada Centro tem a sua forma de saudar o Pai Espiritual, mas quando o médium toma entre suas mãos a mão de seu Pai Espiritual, a beija respeitosamente, leva-a até a sua testa e a beija novamente, este ato representa o desejo de que aquelas mãos preparadas o conduza aos serviços de Deus ajudando-o a adquirir conhecimentos Sagrados.
Ao dizer: “Daí-me Pai, a sua benção” e o Pai Espiritual responder “Seja Oxalá quem lhe abençoe” ele está saudando acima de tudo a Trindade Divina e sendo abençoado POR OLORUN, POR OXALÁ E POR IFÁ. As mesmas atitudes devem ser realizadas ao sair do Centro, pois o médium sai do Sagrado para o Profano.
Matéria retirada do Jornal de Umbanda Carismática – JUCA Edição Nº 003 – Outubro 2006

  SAUDAÇÕES AOS ORIXÁS

                 Aprenda a saudar Corretamente os Orixás:

Ao adentrar-se o terreiro, primeiramente deve-se saber quem é o patrono da casa, de acordo com o Orixá Chefe da tenda ou com os trabalhos que estão desenvolvendo, a saudação é a seguinte:

Oxalá - Exê Babá - Benção, Salve.

Iemanjá - odolfiaba,  adoiá , doce iaba.

Xangô - Caô cabe Silê.

Ogum - ogunhê.

Oxosse - okê Caboclo.

Pretos Velhos - saravá - aruê meu povo.

Inhassã - eh parrei oiá.

Oxum - aiê ieu Oxum. Ora ieie  o

Abaluaê -atotô.

Almas - adorêi - salve as almas santas benditas.

Ciganos – Opcha, saravá, eia.

Oriente – Namastê.

Pomba - Gira - laroiê Bomba Gira.

Exú - Exú mogibá - Salve a sua banda.

Saravá é um termo genérico usado para todos, assim como a expressão “salve as suas forças”.

Oração aos Orixás.

Com todo meu louvor
Saúdo ao meu povo
Bato cabeça na frente de meu conga
Em reverencia aos meus orixás
Louvo Oxossi, Ogum e Oxalá
Nanã, Oxum e Iemanjá
Omulu, Logum e Bará
Ossãe, Xangô e Oyá
Oxumaré, Obaluae e Obá

Sua benção meus pretos-velhos
Meus caboclos e marinheiros
Não esquecendo também
Os baianos, ciganos e boiadeiros,
Salve todo o povo de rua
Meus "cumpadres" e "cumadres"
Os malandros e os cangaceiros .

Salve a Umbanda e seu axé
As Nações e o Candomblé
Que assim seja.!!!!





Conheça um pedacinho de Maringá.



Saiba mais:



A LINHA DOS BOIADEIROS

A LINHA DOS BOIADEIROS
Os espíritos que se manifestam na Umbanda na Linha dos Boiadeiros são aguerridos, valorosos, sisudos, de poucas palavras, mas de muitas ações.
Apresentam-se como espíritos que encarnaram, em algum momento, como tocadores de boiada, vaqueiros, pastoreadores etc.
Os seus pontos cantados sempre aludem a bois e boiadas, a campos e viagens, a ventanias e tempestades.
O laço e o chicote são seus instrumentos magísticos de trabalhos espirituais. Eventualmente usam colares de sementes ou de pedras.
O Arquétipo da Linha de Boiadeiros é a figura mítica do peão sertanejo, do tocador de gado, enfim, dos homens que viveram na lida do campo e dos animais e que desenvolveram muita força e habilidade para lidar contra as intempéries e as adversidades.
É um Arquétipo forte, impositivo, vigoroso, valente e destemido. Representa a natureza desbravadora, romântica, simples e persistente do homem do sertão, também chamado de caboclo sertanejo. Lembra os vaqueiros, boiadeiros, laçadores, peões e tocadores de viola; muitos deles mestiços, filhos de branco com índio, de índio com negro etc., trazendo à nossa lembrança a essência da miscigenação do povo brasileiro, com seus costumes, crendices, superstições e fé.
Existem, no Astral, muitos espíritos que, em suas últimas encarnações, praticamente viveram sobre o lombo dos cavalos, dedicando-se a criar e a domesticar esses animais, tão úteis à humanidade, já que até um século atrás o cavalo era o principal meio de transporte. Foram vaqueiros, domadores de cavalos, soldados de cavalaria etc., e guardam em suas memórias recordações preciosas e inesquecíveis daqueles tempos. Em homenagem a eles é que se construiu, no Astral, o Arquétipo da Linha dos Boiadeiros.
Nesta Linha manifestam-se espíritos que usam seus conhecimentos ocultos para auxiliar pessoas que estejam atravessando momentos muito difíceis. São combativos, inclusive no corte de magias negativas, porque conseguem promover “um choque” em nosso campo magnético e liberá-lo de acúmulos negativos, obsessores etc.
Nem todos foram, de fato, “boiadeiros”, mas todos eles têm em comum a capacidade de atuar num campo específico e que caracteriza a Linha, qual seja o de nos trazer uma energia vigorosa, muito útil na quebra de cargas e magias negativas e para desfazer “cristalizações” mentais negativas, pois os Boiadeiros atuam no campo da Lei Divina e na Linha do Tempo.
A Linha de Boiadeiros é sustentada, num dos seus Mistérios, pelo Orixá Ogum. Por isso, eles são verdadeiros “soldados” que vigiam tudo o que acontece dentro do campo da Lei Maior, estando sempre prontos a acudir os necessitados.
Na Linha do Tempo, atuam sob a Regência de Mãe Oyá-Tempo e de Mãe Yansã, combatendo as forças das trevas pela libertação e o reerguimento consciencial dos espíritos que se negativaram, se desequilibraram e se perderam, recolhendo-os e os encaminhando para o seu local de merecimento na Criação.
Embora a Linha seja sustentada por esses Orixás (Ogum, Oyá-Tempo e Yansã), cada Boiadeiro vem na Irradiação de um ou mais Orixás que os regem especificamente, como acontece nas demais Linhas de Trabalho da Umbanda.
Na linguagem dos Boiadeiros, “boi” é o próprio ser humano em desequilíbrio. Ou seja, são os espíritos encarnados e os desencarnados em desequilíbrio perante a Lei Maior, necessitados de auxílio. Suas referências a cavalos, a tocar a boiada, a laçar e trazer de volta “o boi” desgarrado do rebanho, ou atolado na lama, ou arrastado pelos temporais, ou que se embrenhou nas matas e se perdeu, ou que foi atravessar o rio e foi arrastado pela correnteza etc., tudo isso tem a ver com o trabalho realizado pelos destemidos Boiadeiros de Umbanda: eles resgatam os espíritos que se rebelaram contra a Lei Divina, pois esses espíritos são como “bois e cavalos” que não aceitam os “cabrestos” ou limites criados pela Lei de Deus e que por isso precisam ser “domesticados” e educados. Nada melhor que os Boiadeiros para fazer isso.
Quando um Boiadeiro da Umbanda gira no ar o seu laço, ele está criando magisticamente, dentro do espaço religioso do Terreiro, as ondas espiraladas do Tempo, que irão recolher os espíritos perdidos nas próprias memórias desequilibradas e/ou irão desfazer energias densas acumuladas no decorrer do tempo.
Já quando um Boiadeiro vibra o seu chicote, está recorrendo de forma magística e religiosa à Divina Mãe Yansã, para movimentar e direcionar os espíritos estagnados no erro e na desordem. É muito efetivo o seu trabalho contra os espíritos endurecidos (“eguns”).
Dentro da Linha de Boiadeiros, em algumas Casas também se manifestam os “Cangaceiros”, simbolizando os espíritos daqueles que em recente encarnação viveram no sertão e lutaram contra grandes injustiças sociais. Isso pode parecer estranho, à primeira vista, e muitos se perguntam o quê um “cangaceiro” teria a oferecer, em termos de trabalho espiritual de ajuda.
Ocorre que os “cangaceiros” do sertão brasileiro de fato surgiram, em meados dos anos 1920, para defender as populações humildes dos maus tratos e desmandos dos “coronéis” e demais detentores do poder material, que massacravam os menos favorecidos, tomando-lhes muitas vezes até as mulheres, os poucos bens e a dignidade pessoal. Esses homens “poderosos” mandavam e desmandavam, pois se achavam acima das leis humanas e, por certo, não conheciam ou não respeitavam as Leis Divinas. E os “cangaceiros” (Lampião e seu “bando”, os mais famosos) representaram, à época, um movimento popular de revolta e combate a tais desmandos. Foram marginalizados, até porque aos “poderosos” isso convinha. É provável que tenham cometido lá seus excessos também, respondendo à violência das armas com outras armas; mas, pelo menos, tinham a justificativa de estar lutando pelos mais fracos. Já os opressores, qual desculpa teriam?
Enfim, o temperamento combativo desses espíritos de certa forma foi-se agrupando à Linha dos Boiadeiros e eles começaram a se manifestar para trabalhar, nos Terreiros de Umbanda que os acolhiam. Não são “bandidos e malfeitores”, mas espíritos que têm identificação com o Arquétipo do sertanejo forte e destemido.
Há Casas em que os Cangaceiros vêm na Linha de Baianos. Mas, tecnicamente falando, e sem desrespeitar opiniões em contrário, se bem analisarmos os Arquétipos das duas Linhas mencionadas, parece mais adequado a sua aproximação com os Boiadeiros. Porque o Arquétipo do Boiadeiro é o do homem sertanejo. Já o Arquétipo dos Baianos é o dos Sacerdotes (construído a partir dos primeiros Sacerdotes da Bahia e do Nordeste, que mantiveram, sustentaram e divulgaram o Culto aos Orixás). Mas, é claro, a Umbanda é uma religião universalista, voltada unicamente para a prática do Bem, de modo que não vale a pena discutir sobre divergências menores. Essencial é verificar se os espíritos que se manifestam estão praticando o Bem, dentro dos fundamentos da religião, independente do nome com o qual se apresentem.

                                                    






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"É o Orixá Senhor das contendas, deus da guerra.
Seu nome, traduzido para o português, significa luta, briga, batalha. É a divindade da metalurgia, do ferro, aço e outros metais fortes.
Ogum é a força incontrolável e dominadora, do movimento, do choque. Patriarca dos exércitos, dono das armas. Ogum é o poder do sangue que corre nas veias. Orixá da manutenção da vida.
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e o pai que nunca deixa um filho sem resposta"
" Ogum abênçoa os filhos e os filhos de seus filhos. " . "Eu não seria nada se não fosse Ogum para abrir a minha Estrada." Salve meu Pai Ogum, Axê patacori Ogum.


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