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Buscando o meu orixá.

                                                                 

Saravá meus irmãos!
Coloco aqui uma bonita mensagem do Pai Benedito, escrita por Rodrigo Queiroz.
Vale a pena a leitura.

Ele andava triste, por muito tempo buscava uma resposta para suas aflições religiosas. Temia que sua fé minasse a ponto de não mais bater cabeça… quando aconteceu este encontro. Em meio ao perfume das ervas queimando na brasa, ao som dos atabaques, penumbra iluminada por velas, ele ajoelha e desaba:

- Vovô, já não agüento mais…
- O que te aflige meu fio?
- Vô, eu amo os Orixás, não tenho dúvida. Mas passei por tantas desilusões, fui enganado por pessoas que se diziam mestres no culto aos Orixás, ostentando todo tipo de títulos e artefatos. Sei que de certa forma aprendi coisas, mas no fim sempre uma desilusão…
- Continue meu fio…
Em lágrimas ele recobra o fôlego e prossegue.
- Então meu velho, já deitei pro Santo, já assentei Orixás, já passei por muitos fundamentos quando eu cultuava o Orixá em outro segmento que não era Umbanda. Hoje não sei como fazer, de uns tempos pra cá começou meu Caboclo se manifestar, descobri que amo a Umbanda e este é meu caminho, o Caboclo disse que devo me fundamentar na Umbanda e devo assentar meus Orixás. Acontece que meus assentos foram confiscados pelo meu último Babalaô. Acho que meus Orixás estão bravos, estão me cobrando, tenho certeza!
- Meu fio, o que eles cobram?
- Não sei meu velho.
- Então vois zuncê vai pagar o que nem sabe que deve?
- Veja meu velho, como estou confuso. Acredito que preciso assentar meus Orixás para me acalmar. Como faço isso?
- Hehe…É meu fio, vois zuncê ta numa encruza mesmo! Intonce, aquiete seu coração, sinta este cheiro de ervas queimando e escuita com atenção o que este velho nego tem pra te fala…
- Meu velho, sou toda atenção, obrigado… – disse ele em prantos.
- Meu fio, os homens nessa terra tem uma necessidade constante de criar formas para expressar-se, neste caso, o nego vai se ater na religião. Por isso muitas são as formas de cultuar os Orixás, muitas mesmo, e é certo que muitas práticas, nem mesmo sendo tolerante às diferenças, é possível aceitar. Pois meu fio, quando o amor não for o caminho e o bom senso não for o limite, intonce muito problema vai acontecer. Sabe fio, esse velho conheceu os Orixás na antiga áfrica, e lá era tudo muito diferente, simplesmente diferente, não me arriscaria a dizer que melhor, pois assim o nego negaria a evolução constante. Este contato da minha alma com essa luz que chamamos de Orixás mudou a existência do nego, e de tanto que amo e sinto-me bem, após minha passagem para o mundo espiritual, insisti para que Olorum me deixasse perto dos seus Orixás. Sou feliz por isso fio, porque nosso Criador me ouviu. E foi assim que este velho aprendeu algumas coisas simples. Na carne este nego procurou muito os Orixás pela vida, por entre as coisas da Terra, minha Yá tinha ensinado que os Orixás estavam na Natureza, mas como eu não fugia à regra geral, entendia que essa natureza seria o plano físico da arvore, mata, água, fogo, hehe. Como que se eu tendo um pouco da água eu teria “aprisionado” o Orixá. Entendi já aqui no mundo espiritual fio que Orixá não está fora de nós, mas encontra-se dentro. Ele extrapola nossos poros e nos toma por inteiro quando entendemos e reconhecemos isso. Fio, Orixá é a essência de tudo o que você vê, escuta e sente, está muito além destes parcos sentidos humanos e muitíssimo além da nossa razão humana. Mesmo este velho tentando explicar Orixá, cometo um erro, pois sei meu fio, que Orixá não se explica, se sente. Mas como já disse, precisamos criar formas, então fio, que a sua forma seja a mais próxima do abstrato e do sutil, porque assim talvez esteja próximo do que seja Orixá. Por isso meu fio não se apegue tanto às formas de como cultuam ou assentam os Orixás, principalmente quando lhe ensinam métodos que não encontra aceitação no seu coração. Os Orixás falam ao coração, intonce é ele que você deve escutar para saber como encontrará os Orixás. Se, por exemplo, você qué assentar um Orixá das matas, vá numa mata, sinta o cheiro das folhas, toque elas, converse com o Orixá, cante, dance, colha as folha, cipó, raízes, terra, vai pegando um pouquinho do que tem lá, porque isso simboliza o tal Orixá fragmentado na natureza, com isso monte um espaço onde colocará isso e lá você reza pro tal Orixá. Entendeu meu fio?
Ele soluçando e enxugando as lágrimas com a voz embargada responde:
- Meu velho, vovô querido, muito obrigado. Agora sinto o Orixá dentro de mim. Entendi sua mensagem e não sei como agradecer.
- Fio não tem de quê. Agora vai ao encontro de si mesmo para encontrar os Orixás. Seja feliz meu fio por entender que da essência só bebe aqueles que amam simplesmente por não saber explicar. E sempre que irmanados os filhos deste plano estiverem, sem máscaras, sem receios, sem pretensões, lá, através do coração sincero de cada um, o Orixá se manifestará. Todos vocês são filhos de Orixá e adotados por todos os Orixás do Universo, somos filhos dos Pai e Mães Celestiais e nada existe sem a relação harmoniosa e contínua de todos Orixás num emaranhado perfeito. E se buscas o “teu” Orixá, então o encontra dentro de ti! Saravá!
E assim, com três estalos de dedo, o Velho sacudiu seu médium, retornando para sua Aruanda, uma sensação de paz profunda pairava no ambiente e o atabaque secou o couro, um silêncio se fez no ar e podia ouvir o crepitar do fogo nas velas, este silêncio eram os Orixás falando ao coração de cada um presente naquela gira.


 


História de Preto Velho.



História de Preto Velho.

Soldado de Ogum!
Numa terra distante uma criança chorava na beira da estrada.
Um Preto Velho cansando com uma corrente em fuga se deparou com a cena.
O Preto Velho perguntou?
- Quem é fio? O que tem menino?
A criança:
- Eu fui andar de cavalo e me perdi na estrada e num sei chegar até a Fazenda dos meus Pais. Chorando a soluçar já com as pernas machucadas de andar.
Preto Velho disse:
Fio, Vamos com Nego pra Cidade e lá vamos nas autoridades e seu pai vai aparecer. Num chora fio. Vem com Vovô.
Chegando na Cidade o Preto Velho montado ao Cavalo trouxe a criança ao Delegado.
O Delegado ao ver a criança de imediato notou que era o filho do Fazendeiro mais rico da Região que já tinham procurado a 5 dias e num encontravam o menino.
Logo o Delegado gritou:
- Amarre esse Negro que roubou o filho do Senhor Bonifácio.
A criança vendo os Policiais prendendo ele disse chorando:
- Não o prendam! Eu sai no Cavalo do meu Pai e me perdi e ele me achou. Ele não me roubou.
O Delegado mesmo assim prendeu o Negro.
Algumas horas mais tarde o Senhor Bonifácio chega com sua mulher explodindo de felicidade por terem encontrado seu filho.
O Senhor Bonifácio indaga o Delegado:
- Quem trouxe meu Filho?
Delegado:
- Foi trazido por um Negro. Ele esta preso. Com certeza roubou a criança.
O Fazendeiro diz:
- Solte o Negro. Meu Filho saiu no meu cavalo. Minha Sinhá tentou impedir mas ele teimou. Solte o Preto Delegado!
O Negro foi solto. A Criança corre e abraça-o chamando de Avô tocando com carinho seu rosto.
O Fazendeiro diz com olhos em Lágrimas:
- Realmente anjos existem. E não importam sua cor. Você é um bom moço. Te convido a morar na minha Fazenda sem ser Escravo e sempre ficar perto do meu Filho. Seu Avô morreu a pouco tempo. Ele com certeza vai adorar o Senhor como Avô. Cuidara das minhas Terras e em troca te darei sempre abrigo, comida, vestimentas e tudo que precisar.
O Negro sorrindo diz:
- Ogum te ilumine Sinhô Bonifácio. Eu aprendi amar este menino como meu Fio. Mas num sou anjo. Sou apenas um Filho de Ogum que luta pelo bem. Apontando a Imagem de São Jorge na parede da Delegacia.
O Fazendeiro ajoelha nos Pés do Preto e diz:
- São Jorge seja Louvado. Pedi que ele me ajudasse a trazer meu filho e ele mandou um soldado dele para trazer meu pequenino. Sinta-se da família meu amado Preto Velho.
Ele diz:
- Mas eu estava fugindo Sinhô. Num tenho dinheiro pra pagar minha liberdade ao Sinhô Juca.
O Fazendeiro diz:
- Quem compra essa liberdade com Juca sou Eu.. Você num é mais escravo e sim meu ente querido.
O Senhor Bonifácio pagou o Senhor Juca pela liberdade do Negro.
Viveu o Negro até 97 anos. Desencarnou nos braços da criança que um dia desapareceu num caminho e se tornou um Advogado.
Morou o resto de sua vida no Conforto familiar do Senhor Bonifácio.
Pai João de Aruanda



VELHO PAI



Bom dia!
Que o Pai Omulu restaure as nossas forças. Atotô!!!

VELHO PAI

De frente do altar
Entrego o coração.
Aprendo a manifestar
A minha fé em oração.

Embora possa orar em qualquer lugar,
Pois não observo limites para amar.
Embora da batalha não pretenda fugir,
Pois é preciso seguir e o dever cumprir.

Respeito cada semelhante
E simplesmente sigo adiante.
Sou apenas um pobre mortal,
Que deseja ser feliz no final.

E se a noite eu me descubro
E a moléstia vem me alcançar,
Com as palhas logo me cubro,
Para a saúde restaurar.

Por isso quando a dor acelere
Você não se desespere...
Existe um velho pai,
Que levanta o filho que cai.




Deus deu como meta a perfeição



"Deus deu como meta a perfeição, mas estabeleceu como prazo a eternidade e, como companheira dessa caminhada a paciência, pois ele sabe que estamos muito distantes do ideal e ainda não atingimos a angelitude. Deus o quer como humano, não como anjo. É preciso humanizar-se, para então aperfeiçoar-se. Os anjos voam longe, e o Pai precisa de você aqui, com os pés firmes no mundo para auxiliá-lo no processo de aprimoramento da humanidade".
? Pai João de Aruanda



O MÉDIUM



O MÉDIUM NO DIA DE TRABALHO!!!

Infelizmente, nem todos os médiuns chegam ao templo umbandista imbuídos do ideal de doação esquecendo-se de suas mazelas, ressentimentos e pequenas lamurias do dia a dia. Em verdade, o que é mais importante para nós, amigos benfeitores, é que os nossos aparelhos esqueçam-se e elevem os pensamentos ao Pai se entregando com amor nas tarefas mediúnicas. Se todos conseguissem isto por algumas horas, uma vez por semana, facilitariam enormemente os nossos labores espirituais.

“Quem não renuncia a si mesmo, toma a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo” - Jesus.

- do livro AOS PÉS DO PRETO VELHO.



A Pressa de Incorporar



A Pressa de Incorporar

É comum e natural a pressa que alguns médiuns iniciantes tem em incorporar, ou mesmo desenvolver outras qualidades mediúnicas.
É preciso compreender que desenvolver a mediunidade não é entrar num terreiro e já “sair incorporando”.
Entendemos a pressa do médium em “se desenvolver” e em trabalhar e aprender com seus Guias.
Mas para isso torna-se necessário um tempo de maturação por parte do médium, não só apenas perante sua própria mediunidade e seu desenvolvimento, mas também perante si mesmo, perante a sua religião e acima de tudo da responsabilidade do serviço mediúnico.
Esse processo leva seu tempo, mas enquanto ele ocorre é necessário a real vontade de aprender, conhecer, se melhorar e querer servir e estudar a sua mediunidade.
Antes mesmo de “atender” com seus Guias o médium tem que ter a humildade de atender as necessidades da espiritualidade e de sua casa de outra forma. Pois o serviço mediúnico e religioso começa antes do atendimento dos Guias e acaba depois.
Querer atropelar o seu tempo natural de desenvolvimento, é por em risco todo um processo de crescimento.
Se as etapas existem é porque são necessárias.
Sair incorporando a toda hora e em qualquer lugar ou mesmo querer escutar seus Guias “de qualquer jeito” são formas comuns de atrair para a vida do médium iniciantes kiumbas (espíritos obsessores) que se divertem com a inocência, pressa e imprudência do médium colocando vários entraves para o seu desenvolvimento. Lembre-se o desenvolvimento mediúnico deve ser feito em um local preparado para tal.
Achar-se “preparado”, ser “preparado” ou mesmo estar “preparado” são coisas distintas.
Tudo tem seu tempo e esse tempo não é igual para todos e não é apenas analisado pelo seu/sua dirigente, mas também e principalmente pela sua própria espiritualidade.
É comum encontrarmos médiuns “afoitos” abandonando um terreiro por achar que não está a ser “valorizado” por seu dirigente porque acha-se preparado e não foi reconhecido.
Precipitar o processo pode acarretar em desânimo, frustração e pode transformar um bom médium num mistificador, vaidoso e arrogante, fazendo talvez com que se desvirtue do seu caminho e comece a culpar a Umbanda, seu terreiro, seu/sua dirigente por seus desajustes.
Por isso, calma!!!
Existe muitos fatores que devem e precisam serem analisados antes de colocar um médium a dar consultas ou passe como é mais conhecido.
E o médium que depois de uma análise de seu dirigente e da espiritualidade da casa foi indicado para receber seu preparo, deve ter muita humildade e não sentir-se envaidecido pelo posto, ou melhor tarefa que lhe foi designada e entender que apesar do preparo ele nunca estará realmente “preparado” para tal compromisso, pois o preparo é constante.
Agora que ele assumiu essa tarefa de forma consciente e não emocional sua atenção e responsabilidade perante seu desenvolvimento mediúnico precisa aumentar, pois ele passa a ser um expoente dentro do seu terreiro e como tal tem a responsabilidade, se não a obrigação de ser um exemplo e uma força na casa.
Incorporação na Umbanda exige, disciplina, vontade de se melhorar, maturidade, firmeza e segurança emocional para não se deixar influenciar pelas necessidades dos assistidos ou mesmo tecer julgamento unilateral da pessoa ou da situação que está a ser exposta, evitando assim o risco de interferir na comunicação e no atendimento da espiritualidade.
E tudo isso deve ser aprendido e praticado por um médium de Umbanda antes mesmo de se achar preparado para exercer sua mediunidade através do serviço da Luz de nossos amados Guias e Orixás.
Lembro que o entusiasmo é importante, o amor e a fé também, mas a determinação e a paciência também o é.
O tempo é leal conselheiro e se esse for seu caminho dentro da Umbanda, não se aprese nem se preocupe, o tempo chegará no momento que você estiver pronto para iniciar uma nova etapa no seu desenvolvimento. Até lá procure servir a espiritualidade, seu terreiro, seus irmãos de corrente e assistência da melhor maneira possível.
E lembre-se que a pressa é inimiga da perfeição…, da compreensão e consequentemente da sua evolução.









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