Dicionário na Umbanda

DICIONARIO DE UMBANDA


Abaçá – Templo, tenda, terreiro de Umbanda.

Abacê- Cozinheira que prepara as comidas de Santo, no culto Gegê.

Abadá - É o nome dado a uma túnica larga e de mangas compridas, usada nos terreiros pelos homens.

Abalá- Comida muito semelhante ao acarajé.

Abaô- Quer dizer um iniciando do sexo masculino, desenvolvendo-se mediunicamente no terreiro de Umbanda.

Abará - Comida dos pretos africanos como seja bolo de feijão, que vem enrolando em folha de bananeira.
Abaré: Médium já desenvolvido.

Abaré-Guassu: Grande trabalho.

Abar-Mirim: Médium em início de desenvolvimento.

Abede - É o leque de Oxum, quando feito de latão.

Abô dos Axés - Água contendo ervas maceradas, não cozidas, e sangue de animas sacrificados no terreiro.

Abrir a gira - Significa o início ou abertura dos trabalhos nos terreiros de Umbanda.

Abroque - É um manto usando somente pelas mulheres durante uma sessão.

Acaçá - Comida originária da África, com aparência de bolo de angu de arroz.

Acarajé - Comida de santo feita na base de feijão fradinho com pimenta malagueta e outros temperos. Comida de Iansã.

Acende candeia - Planta muito utilizada para banos conhecida também como Candeia-Mucerengue

Achochô - Nome dado à uma comida de Oxossi
Adarrum - É o toque feito seguidamente pelos atabaques quando da invocação dos protetores para incorporarem nos mediuns.

Adejá- É uma campainha (sino) usada nas cerimônias de terreiro.

Agô - Significa pedir licença ou permissão, em outros momentos em que este termo traduz perdão e proteção pelo que se está fazendo.

Agurê- Toque em ritmo muito lento para chamar Iansã
Aia - Toalha branca para uso em terreiro

Aiocá - Referente a Iemanjá e ao fundo do mar. Ver AIUKÁ.

Aiuká - Fundo do mar. Também se diz os domínios de Iemanjá (Rainha do Aiuká).

Ajeum: Nome dado para as comidas votivas servidas dentro do terreiro.

Ajucá - É a festa da Cabocla Jurema entre os capangueiros. Nessa festa há defumações no terreiro, bebidas e comidas, tudo com a finalidade de duplicar a proteção no terreiro e gerar mais fartura nas casas dos filhos de fé.

Aldeia: Terreiro; Templo; o conjunto de pessoas nele contida (caboclo). Tratando-se de terreiros, esta palavra quer dizer a moradia dos espíritos de caboclos na Aruanda.

Alguidar: Vasilha de barro onde se coloca comida votiva. Usada para entregas, ascender velas, deposito de banhos, entrega de comidas e defumação.

Amassi ou Amaci: Líquido preparado de folhas sagradas, maceradas em água, deixando repousar durante sete dias. Destinado a banhar a cabeça dos médiuns. As folhas são do orixá chefe do templo e as de Ossain. O principal banho para a o ritual da “lavagem de cabeça”.

Amaci-ni-ory - Cerimonia da lavagem (feitura) de cabeça dos mediuns (ritual equivalente a raspagem de cabeça no Candomblé).

Amalá - Comida de Santo. Também se denomina a todo ritual que o umbandista ao manipular alimento deve dispensar atenção, amor e especial carinho, fazendo por completo a Homenagem ao Orixá.
Amarrado: Estado do indivíduo atingido por vibrações maléficas, que prejudicam sua vida, seus negócios.

Amolocô - Comida de Oxum.

Amparo - Chicote sagrado usado especialmente para afastar espíritos atrasados e maléficos.

Amuleto: Objecto com finalidade protectora (poder passivo), que se traz pendurado ao pescoço, consigo na roupa, guardado no bolso, na bolsa ou em casa. Considera-se que tenha o poder de afastar os maus fluídos que trazem doenças, má sorte, morte, etc. Pode ser medalha, figura, inscrição ou objectos, dentro de um saquinho ou qualquer objecto "preparado", para defesa, de qualquer material: pedra, marfim, madeira, metal, pano, etc.
Aparelho: Designa a pessoa que serve de suporte para a "descida" do orixá ou da entidade do médium.

Angomba - É a designação para um segundo atabaque.

Aparelho - Médium

Arauanã - Dança ritual africanista para quebrar demandas e trazer alegrias.

Ariaxé - Banho preparado com ervas e folhas. Esse banho consta mais de 21 diferentes espécies de vegetais. Preparado somente pelo próprio chefe de terreiro.

Arimbá - Pote de barro para guardar o azeite-de-dendê
Aripó - Panela muito semelhante ao alguidar de barro
Aruanda: Céu; lugar onde mora os orixás e as entidades superiores. Moradia daquele que é Criador de todos os mundos e de todas as coisas. Plano Espiritual Elevado.

Arué - Espírito desencarnado

Assentamento de Orixá - E o lugar no pegi onde é colocada a representação de Orixá, ou do seu fetiche, ponto riscado, etc.

Assento - Termo utilizado para um local preparado para um Orixá ou Exu. Santuário exclusivo.

Axé - É a força mágica do terreiro representada pelo segredo composto de diversos objetos pertencentes as linhas e falanges. Força bendita e divina.

Axexê - Cerimônia fúnebre iorubana. Semelhança com a missa de 7º dia católica.

Axogum - Nome dado ao encarregado de sacrificar animas quando não é feito pelo Chefe do Terreiro. Muito comum nos cultos de candomblé nagô.

Azê - Capuz de palha. Ornamento da roupa de Omulu
Azeite-de-dendê - Óleo bahiano extraíado do dendezeiro, sendo muito utilizado na culinária dos Orixás.

Babá: Termo que entra em grande número de palavras, com diferentes significados.

No sentido de pai, compõe o nome de diferentes sacerdotes: Babalorixá; Babaojê; Babalossain; Babalaô, etc.;

Chefe feminino nos templos de umbanda; títulos de Orixá nos candomblés;

Babalaô - Pai-de-Santo. Chefe de terreiro (masculino).

Babalorixá: Chefe masculino de terreiro; Sacerdote de candomblé; ou de umbanda (a umbanda também o usa = Babalaô) denominado popularmente "pai-de-santo", dirige tanto o corpo administrativo como o sacerdotal.

Substitui o Axogum; pode colher as ervas sagradas.

Orienta a vida espiritual da comunidade religiosa.


Babugem - Restos de comidas e bebidas que sobram no terreiro. Estes restos devem ser jogados sobre o telhado do terreiro ou despachado em alguidares, dependendo do ritual.

Bacuro de pemba - Filho de Santo.

Baixar: possuir por parte do orixá ou entidade, o corpo de um filho ou filha de santo. Termo que quer dizer incorporação das Entidades/Orixás nos médiuns. Esse termo designa que toda entidade que vem do Céu, ou seja, de Aruanda, baixe do céu para a Terra.

Balangandã- Enfeites e ornamentos. Podem também ser amuletos.

Balê - Casa dos Espíritos mortos (desencarnados)

Banda: Lugar de origem de entidade; em qual linhagem está ligado a Entidade.

Barracão - Local de ritual, terreno, o terreiro fisicamente propriamente dito. O lugar principal do terreiro.
Bastão-de-Ogum - Espécie vegetal de espada-de-São-Jorge.
Bater-cabeça - Ritual que quer dizer cumprimentar respeitosamente e humildemente. Consiste em abaixar-se aos pés do congar(altar) ou a uma Entidade Espiritual e tocar sua cabeça ao chão, aos seus pés.

Representa respeito e humildade.

Bater para o Santo - ato de percutir os atabaques usando o ritmo especial de determinado orixá.
Beja - Cerveja branca.

Bentinhos - Escapulário que traz pendurado no pescoço e contém orações, rezas e figuras de santos. Patuá.

Betulé - Machado feito de pedra e de bambú para designação de Xangô.

Bilongo - Amuleto muito usado por caçadores para proteção.

Bolar no santo - início incompleto de transe que ocorre com os médiuns não preparados.

Bombo-Gira- O mesmo que exu Pomba-Gira. Denominação de Pomba-Gira em Congo.

Borí - ato pelo qual filho de santo oferece sua cabeça ao orixá. Termo usado também cujo significado é cabeça.

Botar na mesa - Quando um médium atente particularmente um consulente e através de um oracúlo (principalmente as cartas) procede a consulta e a orientação espiritual.

Breve: Espécie de patuá; pequeno envelope de pano ou couro, contendo uma oração ou imagem de santo.

Usado como protecção.

Burro: Termo usado pelos exus incorporados para designar o médium.

Cabaça - Vaso feito do fruto maduro do cabaceiro depois de esvaziado o miolo. Utilizado também como moringa de bebida (água).

Cabaia - Assim é denominado uma túnica de mangas largas utilizada por médiuns e/ou cambones.

Cabeça-feita- Denominação do médium desenvolvido e que já foi cruzado no terreiro, tendo já definido seu Orixá de cabeça. Médium que já passou pelo ritual do amaci.

Cabeça Maior: Pessoa de alta hierarquia no templo.

Cabeça de Legião: Exus batizados e que controlam os mais atrasados.

Cair no Santo - Transe mediúnico de quem ainda não está preparado para incorporar.

Calunga Grande: mar; oceano.

Calunga Pequeno: Cemitério. .

Cambono ou Cambone - Auxiliar de Médiuns de Incorporação e o Servidor dos Orixás. O cambone é o médium que teve o necessário desenvolvimento para poder auxiliar e entender os Guias nas necessidades das sessões. Auxiliar de culto.

Camolete - Lenço branco de tamanho grande colocado na cabeça dos médiuns durante alguns rituais.

Camucitê - Nome dado ao altar, congar ou pegi.

Canjira - Lugar onde são realizados algumas danças religiosas.
Canzuá ou Cazuá de Quimbé - Terreiro, casa, tenda espiritual. Templo.

Capangueiro: Termo usado no sentido de companheiro.
Caricó: Templo, Terreiro.

Carregado: Pessoa que está com más vibrações espirituais, o que demonstrado por mal-estar, medo sem causa, etc.

Caruruto: Charuto.

Casa das Almas: Pequeno Cómodo com velas, cruzes.

Alguns templos colocam a imagem de Obaluaie.

Casa Limpa: Templo livre de más influências e de demandas.

Cateretê - Designação de um ritual do Estado do Maranhão
Catimbozeiro: Termo para chefe de catimbó, no sentido de feiticeiro terrível.

Catulá - Termo usado em sessão que significa anular um trabalho maléfico.

Cavalo: Pessoa que serve de suporte para os orixás ou entidades. o médium.

Cera dos Três Reinos: 1: Carnaúba; 2: Abelha; 3: Parafina. São empregadas para trabalhos de umbanda. 1: Reino Vegetal; 2: Reino Animal: 3 Reino Mineral.

Centro - terreiro, tenda de Umbanda, cazuá.
Chefe de cabeça - É um dos nomes como é designado o Guia-Chefe do médium de terreiro que tenha sido desenvolvido e cruzado no mesmo. Entidade guia protetora do médium.

Chefe de Falange: entidade espiritual muito evoluída. Já livre de reencarnação que serve como guia a um conjunto de espíritos também adiantados e vibrantes em uma mesma corrente espiritual.

Chefe de Terreiro: O mesmo que dirigente espiritual.

Chefe de Legião: Entidade de grande evolução espiritual, que "descem" nos terreiros representando orixás, dentro de suas linhas ou correntes vibratórias.

Choque de Retorno: Acção de voltarem as más vibrações de um feitiço. Atingindo quem o fez ou encomendou.
Coisa feita - Quer dizer trabalho feito para levar o mal a alguém, despacho maléfico, feitiço, bruxaria.

Coité: fruto do coitezeiro - seco ou partido com o meio pintado por dentro e por fora (cuia). Alguns usam coco, outros cabaça.

Compadre: Designação para Exu.

Congar - Altar, pegi

Consulta: Cerimonia dos clientes para resolver seus problemas.

Corpo fechado - Nenhum espírito maléfico pode incorporar no médium, ou nenhum espírito pode trazer o mal a pessoa que tem o corpo fechado.

Corredor de Giras - Freqüentador que passa por vários terreiros, sem ter firmado compromisso espiritual com nenhum deles.

Credo-em-cruz - Interjeição que traduz espanto, admiração e repulsa.

Curiau - Comida de Santo, despacho.

Curimba - Conjunto de instrumentos musicais do terreiro. Os instrumentos que compõe uma curimba pode ser atabaques, tambor, agogôs, chocalhos, berimbau, violões, etc. Curimba é a orquestra de um terreiro.

Dandá - Vegetal, espécie de capim, que exsuda um odor, muito usado em trabalhos, como banho e defumações em ritual de Umbanda.

Dandalunda - Outro nome dado a Janaína, Iemanjá, ou Mãe Dandá.

Dar comida ao Santo - Quer dizer o oferecimento de alimentos aos orixás, seja como parte do ritual, como pagamento de algum favor recebido.

Dar Firmeza ao Terreiro: Riscar ponto na porteira, sob o altar, defumar, cantar pontos, etc. São feitas antes de uma sessão, para afastar ou impedir a entrada de más influências espirituais.

Dar Passagem: Acto do orixá ou guia deixar o médium para que outra entidade nele se incorpore.

Dar passes: Acto da entidade, através do médium incorporado, emitir vibrações que anulem as más influências sofridas pelos clientes, através de feitiço, olho gordo, inveja, etc. E que abrem os caminhos.

Decá - Bracelete ritual que o filho-de-santo recebe após sete anos de sua primeira saída da camarinha (Candomblé)
Demanda: Desentendimento, lutas entre orixás ou entidades, entre terreiros, entre pessoas de um terreiro.
Descarga: Acção de afastar do corpo de alguém ou de um ambiente, vibrações negativas ou maléficas por meio de banhos, passes, defumação, queima ou pólvora.
Descarregar: Livrar alguém de vibrações maléficas ou negativas.
Descer: Ato de orixá ou entidade incorporar.

Descida - quando as Entidades Espirituais vão incorporar no médium

Desencarnar: Ato do espírito da pessoa deixar o corpo - morrer.

Desenvolvimento: Aprendizado dos iniciados para melhoria de sua capacidade mediúnica; com a finalidade de incorporação de entidades. Não cair no chão, controlar o transe, etc.

Desmache - Espécie de muleta usada em alguns terreiros como instrumento de Xangô.

Desmanchar trabalhos - É tornar livre uma pessoa dos efeitos de trabalho de enfeitiçamento, como também beneficiar alguém que tenha sido vítima de magia negra.

Despachar - Entregar ao Orixá o que é do Orixá.

Despachar também é um termo usado para tudo que é sagrado, seja comida de santo, seja qualquer objeto sacro seja entregue num local adequado a cada Orixá.

Colocar, arriar em local determinado pelos orixás ou entidades – guias, os restos de oferendas.

Despachar Exu: Enviar exu por meio de oferendas (de bebidas, comidas, cânticos e sacrifício animal), para impedir de perturbar a cerimónia.

Despacho: Oferenda feita a exu com a finalidade de enviá-lo como mensageiro aos orixás e de conseguir sua boa vontade, para que a cerimónia a ser feita, não seja perturbada. Oferta feita por terreiros de Quimbanda com a finalidade de pedir o mal para alguém, geralmente colocado em encruzilhada.

Oferenda a exu com finalidade de desfazer trabalhos maléficos. Colocação no mato, nos rios, etc. das oferendas votivas trocadas no templo por outras novas.

Dia de Obrigação - É o dia de sessão quando os médiuns e os consulentes observam certos atos do ritual umbandista e cumprem tudo quanto lhes é determinado pelos Guias.

Dilonga - Prato que representa uma das ferramentas, ou melhor, um dos utensílios de Ogum.

Dobalê - É assim chamada a saudação dos médiuns que possuem guias femininos.

Dologum ou Dilogum - Guia com 16 fios.

Ebame ou Ebami - Filha de Santo com mais de 7 anos.

Ebi - Serpente que é representada por um ferro retorcido, fazendo parte da ferramenta de Xangô, colocada junto com o machado.

Ebiangô - Planta muito usada pelos negros em amuletos e que é tida como portadora de virtudes mágicas, como por exemplo, afastar espíritos maléficos.
Ebiri- Símbolo de Oxumaré.

Ebô - Despacho. Presente para Exu. Oferta que se oferece em encruzilhadas ou em qualquer outro local.

Ebó - Líquido com vários vegetais não fermentados, sendo preparado para diversos casos: Banhos, banhos para a cabeça, limpeza de ambiente, etc.. Cada ebó tem um preparo diferente para cada situação diferente. Antes de ser usado, é benzido (cruzado) por um Guia.

Ebomim - Designação do médium feminino quando conta mais de 7 anos desenvolvimento.

Egungun - Materialização de encarnados. Aparição. Evocação de Ancestrais e Espíritos Protetores.

Eguns- Espíritos desencarnados. Almas.

Ejilé - Pomba que é destinada ao sacrifício com a finalidade de ser empregada em algum trabalho.

Ekedi ou Equéde - São as auxiliares femininas das Mães-Pequenas. Ekedis não incorporam, mas tem autoridade sobre as Entidades como uma Mãe Pequena.
Eledá - Anjo da Guarda.

Elegbá - Espírito Maléfico.

Encantado - Ser que não morreu, foi arrebatada.

Encarnação: Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual. Ato de vir um espírito vida terrestre, tomando um corpo, ou voltar num corpo novo e continuar sua evoluo espiritual.

Encosto: Espírito de pessoas mortas. Que se junta a uma pessoa viva, conscientemente ou não, prejudicando-a com suas vibrações negativas em diversos setores da sua vida (econômica, saúde, pessoal, familiar, amorosa).

Encruza: Local onde habitam os exus; o cruzamento dos caminhos, vias férreas, ruas, etc.

Encruzar - Ritual umbandista no início de um período ou sessão, consistindo em fazer uma cruz com a pemba na nuca, na palma da mão, na testa do médium e na sola do pé. Isso fecharia o corpo do médium e protegeria, fortificaria sua mediunidade e ajuda também a estabelecer uma ligação mais firme com os Guias Espirituais. No encruzamento dos médiuns é entonado um canto próprio para a ocasião.

Endá - Diz-se a coroa imaterial que acompanha o médium em desenvolvimento após a iniciação. Sinônimo de aura.

Engira: O mesmo que gira - trabalho - sessão. Entidades: Seres espirituais na umbanda.

Erê - Espírito infantil. Criança.

Eró - Segredos e Ensinamentos revelados aos médiuns no terreiro em seu desenvolvimento.

Eruexim - Rabo de cavalo, espécie de espanador usado por Iansã

Escora: Pessoas que suporta os baques de espíritos obsessores sem ser prejudicados.

Espírito de Luz: espírito muito desenvolvido, superior, puro.
Espírito sem Luz: Espírito inferior, pouco evoluído, apegado ainda matéria.

Espíritos Obsessores: espíritos sem nenhum desenvolvimento espiritual, que se apossam das pessoas, fazendo-as sentirem doentes, prejudicando-as em todos os sentidos.

Espiritismo de linha - Designação dada a Umbanda e as sessões no terreiro.

Espiritismo de mesa - Designação dada a Umbanda nas sessões de cura por médicos incorporados.

Exês - Partes dos animais sacrificados para serem oferecidos aos Orixás.

Falange - Falange em Umbanda significa a subdivisão de Linhas onde cada falange é composta de um número incalculável de espíritos orientados por um Guia chefe da mesma.

O mesmo que legião, conjunto de seres espirituais que trabalham dentro de uma mesma corrente (linha). Subdivisão das linhas de umbanda, cada uma com suas funções definidas e dirigidas por um "chefe" - espírito superior.

Falangeiro - Chefe de falange. Guia Chefe.

Fazer mesa - Abrir a sessão, abrir a gira.

Fazer ossê - Cerimonia semanal que consiste no oferecimento de alimento e/ou bebida preferida dos Orixás.
Fechar a gira - Encerrar os trabalhos no terreiro. Encerrar uma sessão, ou uma cerimonia em que tenha havido formação de corrente vibratória.

Fechar a tronqueira - Ato de defumar e cruzar o terreiro - os quatro cantos do terreiro - evitando que espíritos perturbadores ou zombeteiros atrapalhem o culto.

Feito - É o médium masculino desenvolvido dentro do terreiro.

Feito de santo - Iniciação do desenvolvimento de um médium.

Feita(o) no santo - Médium que teve o cerimonial de firmeza de cabeça por haver completado seu desenvolvimento mediúnico.

Feitio: Irradiação de foras negativas, maléficas contra algum, despacho, objecto que contém vibrações, maléficas para atingir o quem tocar.

Filho de fé - Denominação para adeptos da Umbanda. Designação do médium iniciante ou não.

Filho ou filha de santo- Médium que se submeteu a doutrina e todo ritual.

Firmar: concentrar-se para a incorporação
Firmar Porteira: riscar a entrada do templo, um ponto especial para protege-lo de más influências ou fazer defumação na entrada, firmar = dar segurança.
Porteira: entrada do templo.

Firmar Anjo da Guarda: Fortalecer por meio de rituais especiais e oferendas de comida votivas e orixá patrono do médium.

Firmar o ponto- Concentração coletiva que se consegue cantando um ponto puxado pelo Guia responsável pelos trabalhos. O Ponto Firmado pode ser apenas cantado como também riscado ou a combinação de ambos. Significa também quando o Guia dá seu ponto cantado e/ou riscado, como prova de identidade.

Firmeza: o mesmo que segurança., conjunto de objectos com fora mística (axé). Que enterrados no chão protegem um terreiro e constituem sua base espiritual.
Fluídos: emanações positivas ou negativas, das foras cósmicas que podem ser manejadas por agentes espirituais para o bem ou para o mal.

Fora Espiritual: poderes e conhecimento que um médium tem quando em transe e quando as entidades que o protege tem. Grande poder, são fortes e importante no mundo astral.

Fundamentos: Leis de umbanda, suas crenças.

Fundanga: pólvora.

Ganzá - Instrumento musical.

Garrafada- Remédio preparado por Pai/Mãe de Santo, o qual consiste numa maceração de vegetais em aguardente. A preparação dos ingredientes são puramente naturais.

Gira: Sessão religiosa, com cânticos e danas para cultuar as entidades espirituais. Corrente espiritual. Caminho.
Gira de Caboclo: sessão religiosa, o mesmo que gira; só que voltada única e exclusivamente para a linha de caboclo.

Gongá - O mesmo que congar. Altar dos santos católicos e orixás africanos.

Guia - Colar ritualístico especial para cada entidade. Conta de miçangas ou de cristal ou mesmo de porcelana, da cor especial do Orixá ou Entidade Espiritual que representa e identifica. Guia: Pode também significar o próprio orixá, quando se trata de um preto-velho, caboclo, bahiano, boiadeiro ou marinheiro. Ou seja a: Entidade espiritual espírito superior. Alguns são o guia protector do templo, outros do médium Geralmente o guia do terreiro incorpora no dirigente espiritual do templo.

Guia de cabeça: Orixá ou entidade principal do médium, seu protector.

Guia de frente: O mesmo que guia de cabeça

Halo - Luminosidade que envolve um espírito de grande elevação.

Homem de Rua: Exu.

Homem de Encruzilhadas: Exu

Humulucu- Comida Africana feita de feijão fradinho, azeite-de-dendê e diversos temperos. Também conhecida como Omolocum.

Iabá- Cozinheira que conhece e prepara as comidas dos Orixás. Cozinheira do culto.

Ialorixá - Designação dada a qualquer mãe-de-santo.

Iaô- Médium feminino no primeiro grau de desenvolvimento do terreiro.

Ijexá- Ritual africano. Os adeptos do Ijexá temem os mortos e apressam-se em expulsá-los dos terreiros.

Incorporação: Transe, possessão mediúnica.

Incorporar: Entrar em transe "receber' a entidade.

Iorubás - Negros africanos que falam a linguagem nagô.
Ir para a roda- Uma frase que traduz o desenvolvimento da mediunidade na corrente.

Itá de Xangô- Pedra caída junto com o raio.

Jabonan - Assim chamada a auxiliar da Babá.

Jaculatória- Oração curta. Reza resumida e fervorosa.

Jacutá - Denominação de altar. Casa do santo.
JESUS – Oxalá.

Jibonan - Designação do fiscal de trabalhos do terreiro.

Jurema- Uma das caboclas de Oxossi, chefe de falange. Local onde todos os caboclos ficam espiritualmente.

KAÔ - Saudação de Xangô. Salve! Viva!

KARDECISMO - Um dos pontos básicos em que se fundamentam todas as teorias espiritualistas. Decodificação do Espiritismo por Alan Kardec, de onde originaria o nome Kardecismo.

KARMA - É a conseqüência de vidas passadas, as quais dirigem a presente e organizam as futuras encarnações.

KAURIS - Búzios, utilizados no jogo do delogum. Outrora também serviram de dinheiro na Africa.

KIBANDA ou KIMBANDA - No termo, significa KIM (gênio do mal) para BANDA (lado), ou seja, Kimbanda ou Kibanda significa o Lado do Mal. Também conhecido como culto de magia negra, neles trabalham exus-zombeteiros, espíritos vingativos, enfim todos os espíritos que não aceitam Doutrinação Divina e estão ainda ligados ao lado material.

KIUMBA - Espírito maléfico e obssessor. Espírito atrasado e sem nenhuma luz. Zombeteiro.

LAÇAR O COBRERO - É assim chamada a oração que se escreve com tinta em volta do “cobrero” para fins curativos.
LÁGRIMAS DE NOSSA SENHORA - Além do capim e da miçanga, assim também são conhecidas as contas de semente dessa planta para confecção de terços, guias e outros objetos.

LANCATÉ DE VOVÔ - É o mesmo nome por que é conhecida a igreja Nosso Senhor do Bonfim, em Salvador - Bahia.

LAVAGEM DE CABEÇA - A lavagem de cabeça é feita derramando-se o Amaci (banho preparado especialmente para essa cerimônia) sobre a cabeça do médium, enquanto se entoa um ponto de caboclo. A confirmação do Guia de Cabeça verifica-se após a lavagem de cabeça, quando o Guia incorpora e risca seu ponto em frente ao congar.

Legião: Exercito de seres espirituais, o mesmo que falange. Conjunto de seres espirituais de grande evolução, conjunto de espíritos elementares (Exus) em evolução.
Lei da Umbanda: A crença da umbanda e seus rituais.

LINHA - União das falanges, sendo que cada um tem seu chefe.

Linha Branca: Ritual visando unicamente o bem. Linha de Guias que não cruzam com a linha da esquerda.

Linha Cruzada: Ritual com influência de duas ou mais procedências. É quando se unem duas ou mais linhas com o fim de tornar mais forte um trabalho no terreiro. Normalmente esse cruzamento se dá com um guia da direita com um da esquerda.

Linha das Almas: Corrente vibratória que congrega os espíritos evoluídos de antigos escravos africanos.

Linha de Cura: Ritual que se ocupa mais com acura física e espiritual do adepto, do que com o culto às divindades.
Linha do Oriente: Congrega espíritos que viveram em povos do oriente.

Macaia: Folhas sagradas. Local das matas onde se reúnem os terreiros.

MACAIO - Coisa ruim e sem nenhum valor.

Macumba: Antigo instrumento musical usado outrora nos terreiros afro-brasileiros. Nome que os leigos usam para designar "despacho" de rua (pejorativo).

MACUMBADO- enfeitiçado.

Madrinha: O mesmo que dirigente espiritual, Mãe de Santo, Babá Sacerdotisa.

MÃE D´ÁGUA - Iemanjá.

MÃE de SANTO - Médium feminino chefe ou dirigente de terreiro, Madrinha, Babá.

MÃE PEQUENA - Médium feminina desenvolvida e que substitui a Mãe de Santo. Auxiliar das iniciandas (iaôs) durante o seu desenvolvimento mediúnico.

MALEME ou MALEIME - Pedido de socorro, de clemencia, de auxilo ou ajuda, de misericórdia. Podem vir em forma de canticos ou preces pedindo perdão.

Mandinga: Feitiço, encantamento, também praga rogada em voz alta.

Manifestação: Quando o corpo do médium é tomado por um Guia. Conhecido também como transe mediúnico, incorporação.

Manifestar: Ato do ser espiritual incorporar-se em alguém, tomar conta do corpo de alguém.

Marafo: Aguardente, termo muito usado pelos Exus.

MAU OLHADO - Quebranto, feitiço. Doença ou mal estar causado por um olhar mau, invejado.

MESA BRANCA - Trabalhos no terreiro quando há incorporação apenas de médicos e enfermeiras.

MEISINHA - Despacho, mandinga, trabalho.

MIRONGA - Feitiço, segredo, feitiço feito pelos Espiritos Nagôs.

MISTIFICAÇÃO - É o mais importante dos casos do falso espiritismo, pois constitui um recurso muito empregado por falsos médiuns, ou pessoas de má fé, com a finalidade de auferirem vantagens pecuniárias e aumentarem sua fama e sua vaidade.

MUCAMBA - O mesmo que cambone.

MUZAMBÊ - Forte, vigoroso.

NAGÔ - Nome dado aos escravos originários do Sudão, na África. Considera-se nagô como a religião do antigo reino de Iorubá.

NIFÉ - Fé, crença na lingua iorubá.

NOMINA - Oração que é guardada num saquinho e pendurada no pescoço como amuleto para proteção. Patuá.

NURIMBA - Bondade, amor e caridade.

OBASSABÁ - O mesmo que abençoar, benzer.

OBASSALÉA - O mesmo que obassabá.

OBATALÁ - Céu. Abóbada celeste. Deus.

OBRIGAÇÕES - Festas em homenagem aos Guias ou Orixás. São também as determinações feitas aos médiuns ou consulentes pelos Guias com o objetivo de auxilio ou como parte de um ritual do desenvolvimento mediúnico.

OBSEDIAR - Perseguir. Ação pela qual os espíritos perturbados que prejudicam as pessoas levando a situações econômicas difíceis, loucura, etc.

OBSSESSOR - Espírito pertubador ou zombeteiro que prejudica as pessoas.

ODÉ - Oxossi. Oxossi mais velho.

ODÔ, IÁ - Saudação de Iemanjá.

OFÃ - Médium responsavel pela colheita e seleção das ervas nos rituais.

OGÃ - Auxiliar nas sessões do terreiro. Ogã pode ser um protetor de Terreiro ou como um Chefe das Curimbas. Ambos tem o mesmo grau hierarquico.

OIÁ - Outro nome conhecido por Iansã.

OKÊ - Saudação aos Caboclos. Diz-se assim : Okê Caboclo! Okê Oxossi.

OLHO-DE-BOI - Semente de Tucumã, gozando de propriedades protetoras contra cargas negativas como feitiços, mau-olhado, inveja. Tem muitas utilidades no terreiro, desde patuás até guia (colar).

OLHO GRANDE - Mau Olhado, inveja, malefício, quebranto.

OLORUM - Deus Supremo.

OMOLOCÔ - Culto de origem angolense.

OPELÊ DE IFÁ - Rosário deito de pequenos búzios e que é utilizado para ler o futuro.

ORAÇÃO FORTE - Patuá que consiste em uma oração escrita em pequeno pedaço de papel, que a pessoa preserva em seu poder, quer guardado no bolso, ou dentro de um pano em forma de saquinho pendurado no pescoço a fim de proteger-se ou livrá-la de todos os males.

ORIXÁ - Divindades africanas que representam as forças do Universo Infinito. Espirito puro. Santo.

Orixá Cruzado: Entidade pertencente às duas linhas.

Orixá de Cabeça: Orixá principal do médium.

Orixá de Frente: O mesmo que orixá de cabeça.

OTÁ - pedra ritual, elemento e objeto sagrado e secreto do culto.

PADÊ - Despacho para Exú no início das sessões ou festas, constando alimentos, bebidas, velas, flores e outras oferendas, a fim de que os mesmos afastem as perturbações nas cerimonias.

Padrinho: dirigente espiritual, chefe de terreiro. Pai de Santo. Babalorixá. Termo utilizado na Umbanda para designar à Entidade Espiritual e/ou Médium que foi escolhido por um Filho de Fé para batizá-lo.

PAI-DE-SANTO - Zelador do Santo, Chefe de Gira, Chefe de Mesa, Chefe do Terreiro. Médium e conhecedor perfeito de todos os detalhes para o bom andamento de uma sessão.

PALINÓ - Cântico ou poema em louvor a Iemanjá

PÃO BENTO - Pão ázimo ou qualquer outro tipo de pão, ao qual se dota de forças mágicas. É utilizado em inúmeros trabalhos para diversas finalidades. Há trabalhos com pão e vela benta para se localizar num rio ou no mar o corpo de uma pessoa afogada, por exemplo.

PARAMENTO(s) - Roupas e objetos utilizados em cerimônias do ritual religioso.

Parati: Aguardente (Exu, Zé Pilintra).

Patuá: Amuleto que se leva pendurado ao pescoço ou pregado na roupa. Antigamente eram saquinhos de couro ou de pano, com boca amarrada com cordão metálico, junto a uma conta de vidro da cor da divindade protetora. Atualmente são de forma quadrada ou retangular, em couro natural ou sintético, mas cores rituais, contendo Figas de Guiné, Búzio, Estrela de Salomão, etc; ou pedaços de ervas as vezes orações. PA =erradicar doenças, antídoto, TU = propiciar, WA = viver, existir (viver, sem doenças).

PAXORÔ - Instrumento simbólico de Oxalá usado pelos pais-de-santo em trabalhos.

PEDRA-DE-RAIO - Meteorito, Fetiche de Xangô , itá.

PEJI - altar, congar.

PEMBA - Espécie de giz em forma cônico-arredondada, em diversas cores, como sejam : branco, vermelho, amarelo, rosa, roxo, azul, marrom, verde e preto, servindo para riscar pontos e outras determinações ordenadas pelos Guias, sendo que conforme a cor trabalhada com pemba, pode se identificar a Linha a que pertence a Entidade, ou a Linha que trabalhará naquele ponto.

Perna de Calça: Significado homem na linguagem de exu e pretos velhos.

PIPOCA - comida de Omulu/Obaluaê. Grão de milho arrebentado na areia quente para ser utilizado em descarrego. Descarrego de Pipoca.

PIRIGUAIA - Variedade de búzio.

Pito: Cachimbo (pretos-velhos).

Ponteiro: Pequeno punhal utilizado em magias e diversos rituais.

Ponto Cantado: Letra e melodia de cântico sagrado, diferente para cada entidade. É uma prece evocativa cantada que tem por finalidade atrair as entidades espirituais, homenageá-las. Quando chegam e despedi-las quando devem partir. Assim os pontos podem ser apenas de louvor ou cantados com finalidades rituais durante determinadas cerimónias.

Ponto de Abertura: Cântico de abertura de uma sessão.

Ponto de Chamada: Cântico que invoca as entidades para virem aos templos.

Ponto de Defumação: Cantado enquanto é feita a defumação do ambiente e dos presentes.

PONTOS RISCADOS - São identificação dos Guias. Cada Guia e cada Orixá tem seu ponto riscado. Os pontos são riscados com pemba. Mas o ponto não se resume apenas a identificação de um guia, linha, falange ou Orixá; ele pode fechar o corpo de um médium, pois a escrita sagrada se utiliza de magia para que qualquer espírito perturbado não se aproxime.

PORTEIRA - Entrada de terreiro.

Povo da Encruza: Exus.

Povo de Rua: Exus.

Preceito: Determinação. Prescrição feita para ser cumprida pelos fiéis.

Puxar o Ponto: Iniciar um cântico. É geralmente feito por um ogã.

QUARÔ - Flor chamada Resedá possuidora de notáveis virtudes mágicas e grandemente empregada em banhos e defumações.

Quartinha: Vasilha de barro. Com alças é para feminino, sem abas orixá masculino.

QUEBRANTO - Mau olhado, feitiço, coisa feita. Normalmente atinge mais crianças pagãs, mas pode atingir também crianças batizadas e adultos. O quebranto é cortado com benzimento.

Quebrar as Forças: Neutralizar o poder de qualquer feitiço, seja para o bem ou para o mal.

QUEBRAR DEMANDA ou QUEBRAR AS FORÇAS - É anular, desmanchar o efeito de um trabalho para prejudicar ou perturbar uma pessoa.

QUEBRAR PRECEITO - Desrespeitar as regras e hábitos estabelecidos no ritual do desenvolvimento ou dos trabalhos.

QUEZILA, QUEZíLIA ou QUIZILA - Aversão, antipatia, repugnância, alergia a alguma coisa.

Quimbanda: Linha ritual da umbanda que pratica a magia negra. Essa linha é assim chamada pelos umbandistas da “Linha Branca” pois os praticantes se dizem apenas umbandistas. A Quimbanda, influenciada mais diretamente pelos negros Bantus, Angolas, Cambindas, Benguelas, Congos, Moçambiques, etc. Cultua os mesmos orixás e entidades que a umbanda “branca” mas trabalha principalmente com exus que são considerados espíritos desencarnados. Havendo entre eles os exus em evolução e os quiumbas, mediante encomenda, realizam ou desmancham feitiços. Visando favorecer ou prejudicar determinadas pessoas, geralmente os terreiros de quimbanda chamada macumba para os leigos tem as mesmas características dos da linha de umbanda. Há congas com imagens de santos católicos representativos de orixás, imagens de caboclos e de pretos velhos tendo os exus (ou o exu chefe do terreiro) altar à parte, dentro do salão. As giras de exu são freqüentes na linha da umbanda são raras. Realizadas a partir da meia noite de 6a. feira. Exus e pombas giras danças, fumam charutos ou cigarrilhas, bebem marafo, dizem gentilezas ou palavrões aos assistentes e dão consultas, sobre saúde ou problemas pessoais. A cortina do conga fica fechada. A quimbanda cultua muito Omolu, orixá ligado a terra e à morte. No cemitério é feita uma parte da iniciação de muitos quimbandeiros, devendo o iniciado, deitar algumas horas sobre um túmulo entre velas e cantigas do dirigente e iniciados do terreiro, tendo de cumprir antes e depois diversas obrigações, as roupas em geral são as mesmas da linha da umbanda, havendo porém muito uso do vermelho e preto, cores de Exu e de Omolu. São muitos usados em trabalho com pólvora, pós e ervas mágicas, galos e galinhas pretas. Os despachos são colocados em encruzilhadas em cruz (machos), ou em T (fêmea) com velas, flores e fitas vermelhas em alguidares. Não sendo negativos todos os despachos de rua. Há caboclos e pretos velhos que incorporam na quimbanda, dando consultas em giras separadas dos Exus.

QUIUMBA - Espírito obsessor e pertubador. Zombeteiro. São obsessores apossam-se dos humanos ou “encostam-se” neles, dando-lhes idéias obsedantes de doença, males suicídios, etc. São ainda mistificadores, fazendo-se passar por espíritos mais elevados. Chamados também “rabos de encruza”, estão no sétimo e último plano da hierarquia espiritual sendo vigiados e controlados pelos exus

Rabo de Saia: Mulher na linguagem dos pretos velhos e exus.

RAÚRA - Cambone. Auxiliar nos trabalhos do terreiro.

Receber Irradiação do Guia: Entrar em meio transe ou comunicar-se de algum modo com uma entidade superior

RECEBER O SANTO - incorporar. Entrar em estado de transe com o Guia ou Orixá.

REDENTOR - Jesus Cristo.

REINOS - Uma das divisões dos mundos espirituais. Domínios dos Orixás. Alguns exemplos : Juremá, Pedreiras, Fundo do Mar, Humaitá, etc.

RESPONSO - Oração em latim para determinado santo para se conseguir uma graça.

Riscar Ponto: Fazer desenhos de sinais cabalísticos que representam determinadas entidades espirituais e que possuem poderes de chamamento das mesmas ou lhe servem de identificação.

ROÇA - terreiro, centro.

SACUDIMENTO - Ato de realizar limpeza, lavagem e varredura do terreiro e/ou seus filhos. Descarrego.

SAÍDA de IAÔ - cerimônia de inciação do filho-de-santo no candomblé ou no culto Omolokô.

SANTERIA - nome da religião na América Latina. Religião irmã do Candomblé.

SAL (GROSSO) - Empregado sob diversas modalidades nos terreiros, principalmente como banho de descarrego. Ou como descarrego do local com um copo de água e sal atras da porta.

SALUBÁ - Saudação de Nanã.

SARAVÁ - Saudação umbandista que corresponde a Salve! Viva!

SEREIA DO MAR - Janaína, princesa d´água. Pode representar também como Iemanjá dentro de um contexto.

Sessão de Umbanda: Cerimónia, rituais geralmente com a finalidade de cura física e espiritual. Por meio de guias, após dança e toques, com o uso do ponto cantado e riscado, pólvora, aguardente, defumações. Também sessão de desenvolvimento, de aprendizado e aperfeiçoamento dos médiuns, sessões festivas, públicas, com toque de atabaque e danças.

SINCRETISMO - Fenômeno de identificação dos orixás com os Santos Católicos.

Tarimba: cama.

Tenda: centro.

Toco: Vela.

Tomar Passe: Receber das Mãos dos médiuns em transe vibrações da entidade, as quais retiram do corpo da pessoa os males provocados por vibrações negativas, provenientes de mau-olhado, encosto, castigo das entidades, etc.

Tuia: Pólvora.


Tumba: sepultura.
Tupi- Tribu indígena

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Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


Vovó Cambinda

Vovó Cambinda...
De Aruanda, de Angola, das Almas, da Guiné... de todos os lugares!

Uma entidade que conversa bastante, com voz calma e mansa, caminha bem arcada e lentamente, apresenta-se em trajes humildes e dá bronca como toda boa velha Iyabá - esta é Vó Cambinda de todas as nações! Gosta de puxar a orelha de seus filhos! Enxerga muito pouco e obriga o médium a piscar várias vezes na consulta. Ri muito, faz seu fumego e gosta de contar "causos" do tempo da escravidão. Conhece muita coisa da vida!
Vovó Cambinda trabalha em diversas falanges, com diversas denominações. Cada uma possui suas particularidades e suas histórias, mas todas possuem, em comum, os trejeitos e as manias que definiram muito bem seu aspecto e sua apresentação nas Tendas de Umbanda. Ela é especialista em solucionar problemas de ordem pessoal, com conselhos que caem como uma luva em seus filhos! Ela é uma entidade que não deixou de ser "babá" de seus sinhozinhos e da molecada da senzala.
Cambinda representa esse apanhado de negras que trabalharam nas Casas de Engenho cuidando da gurizada e da comida que era servida ao senhores feudais. Sábias, recatadas, zelosas, amororosas, pacenciosas e abnegadas. Sem mágoas em seu coração. Sempre aconselharam o amor ao próximo.
Quem possui em sua Tenda uma "Vó Cambinda" zele dela com amor e respeito, porque ela trabalha com dedicação, mas é exigente com seus filhos. Ela é "nega de uma palavra só e quando diz que não quer mais e não faz, nega véia não faz!" - palavras de Vovó Cambinda.

"Cambinda mamãe ê, Cambinda mamãe a...
Cambinda mamãe ê, Cambinda mamãe a...
Segura essa filha que eu quero ver...
Filha de Umbanda não tem querer!"

MIRONGAS

 

MIRONGAS DA VOVÓ MARIA CONGA

O que é mironga?

Mironga é como chamamos a ?magia? de preto-velho, a mandinga dos espíritos que se apresentam como negros idosos e sábios para ajudar os filhos que os procuram.
Aqui vão algumas mirongas que essa nega véia tem a ensinar para resolver as dificuldades do coração, muito comum nos queixumes e pedidos de auxílio dos filhos da Terra.
Leia tudo com muita atenção e principalmente, aplique isso no seu dia-dia.

1 ? Como você poderá levar felicidade e alegria para outra pessoa? Primeiro relacione-se com seu eu interior. Depois busque alguém.

2 ? Assuma a responsabilidade pelo seu relacionamento. Não é magia, inveja, ciúmes de terceiros, etc, que irá separar aquilo que o amor uniu.

3 ? É claro que também nenhuma simpatia, reza ou trabalho irá unir ou ?amarrar? aquilo que a falta de carinho desuniu.

4 ? Simplificando: quem procura as coisas ocultas para resolver problemas sentimentais é imaturo. Ruim do juízo e doente do coração.

5 ? Desapegue-se! Porque o amor é um sentimento livre. Um eterno querer bem. Um carinho incondicional. Quase um sentimento de devoção. Se vc ?gosta? tanto de alguém, que prefere ele ?morto? do que feliz com outra pessoa, escute: Isso não é amor! Simples ilusão disfarçando o egoísmo?

6 ? Aprenda que ninguém irá te completar. Você já é completo! Mas quando um relacionamento é calcado no mais puro amor, muito do amado vive no amante, e muito do amante pra sempre viverá no amado. Quer milagre maior que esse?

7 ? às vazes é melhor sozinho do que mal acompanhado! Sabedoria popular?, mas o que têm de doutor e doutora que não consegue entender isso.

8 ? Ponha o pé no chão, se não é o momento de encontrar sua alma gêmea nesta vida, pare de enfeitar suas próprias desilusões com devaneios. Encare a realidade de frente.

9 ? A vida vai passando, com ele/a, ou sem ele/a. E a morte se aproximando?

10 ? Por isso, vão viver a vida meus filhos! Quem sabe ela não está guardando um presente para vocês? Não existe mironga maior que essa!.

Preta Velha Maria Conga

Eu Adorei às Almas

VOVÓ CATARINA

 

VOVÓ CATARINA
Os tambores tocavam o ritmo cadenciado dos Orixás, e nós dançávamos.
Dançávamos todos em volta da fogueira improvisada ou à luz de tochas ou
velas de cera que fazíamos. A comida era pouca, mas para passar a fome nós
dançávamos a dança dos Orixás. E assim, ao som dos tambores de nosso povo,
nos divertíamos, para não morrer de tristeza e sofrimento. Eu era chamada de
feiticeira. Mas eu não era feiticeira, era curandeira. Entendia de ervas,
com as quais fazia remédios para o meu povo, e de parto; eu era a parteira
do povo de Angola, que estava errando naquela terra de meu Deus. Até que
Sinhazinha me tirou do meu povo. Ela não queria que eu usasse meus
conhecimentos para curar os negros, somente os brancos; afinal, negro -
dizia ela - tinha que trabalhar e trabalhar até morrer. Depois, era só
substituir por outro. Mas Dona Moça não pensava assim. Ela gostava de mim, e
eu, dela. Fui jogada num canto, separada dos outros escravos, e todas as
noites eu chorava ao saber que meu povo sofria e eu não podia fazer nada
para ajudar. De dia eu descascava coco e moía café no pilão. à noite eu
cantava sozinha, solitária. E ouvia o cantar triste de meu povo, de longe.
Ouvia o lamento dos negros de Angola pedindo a Oxalá a liberdade, que só
depois nós entendemos o que era. E os tambores tocavam o seu lamento triste,
o seu toque cadenciado, enquanto eu respondia de meu cativeiro com as rezas
dos meus Orixás. A liberdade, que era cantada por todos do cativeiro, só
mais tarde é que nós a compreendemos. A liberdade era de dentro, e não de fora.

Aqueles eram dias difíceis, e nós aprendemos com os cânticos de Oxóssi e as
armas de Ogum o que era se humilhar, sofrer e servir, até que nosso espírito
estivesse acostumado tanto ao sofrimento e a servir sem discutir, sem nada
obter em troca, que, a um simples sinal de dor ou qualquer necessidade, nós
estávamos ali, prontos para servir, preparados para trabalhar. E nosso Pai
Oxalá nos ensinou, em meio aos toques dos tambores na senzala ou aos
chicotes do capitão, que é mais proveitoso servir e sofrer do que ser
servido e provocar a infelicidade dos outros.

Um dia, vítima do desespero de Sinhá, eu fui levada à noite para o tronco,
enquanto meus irmãos na senzala cantavam. A cada toque mais forte dos
tambores, eu recebia uma chibatada, até que, desfalecendo, fui conduzida nos
braços de Oxalá para o reino de Aruanda. Meu corpo, na verdade, estava
morto, mas eu estava livre, no meio das estrelas de Aruanda. Em meu espírito
não restou nenhum rancor, mas apenas um profundo agradecimento aos meus
antigos senhores, por me ensinar, com o suor e o sofrimento, que mais
compensa ser bom do que mau; sofrer cumprindo nosso dever do que sorrir na
ilusão; trabalhar pelo bem de todos do que servir de tropeço. Eu era agora
liberta, e nenhum chicote, nenhuma senzala poderia me prender, porque agora
eu poderia ouvir por todo lado o barulho dos tambores de Angola, mas também
do Kêtu, de Luanda, de Jêje e de todo lugar. Em meio às estrelas de Aruanda
eu rezava. Rezava agradecida ao meu Pai Oxalá.

Fui pra Aruanda, lugar de muita paz! Mas eu retomei. Pedi a meu Pai Oxalá
que desse oportunidade pra eu voltar ao Brasil pra poder ajudar a Sinhá,
pois ela me ensinou muita coisa com o jeito dela nos tratar. E eu voltei.
Agora as coisas pareciam mudadas. Eu não era aquela nega feia e escrava. Era
filha de gente grande e bonita, sabia ler e ensinava crianças dos outros. Um
dia bateu na minha porta um homem com uma menina enjeitada da mãe. Era muito
esquisita, doente e trazia nela o mal da lepra. Tadinha! Não tinha pra onde
ir, e o pai desesperado não sabia o que fazer. Adotei a pobre coitada, fui
tratando aos poucos e, quando me casei, levei a menina comigo. Cresceu, deu
problema, mas eu a amava muito. Até que um dia ela veio a desencarnar em
meus braços, de um jeito que fazia dó. Quando eu retomei pra Aruanda, o que
vocês chamam de plano espiritual, ela veio me receber com os braços abertos
e chorando muito, muito mesmo. Perguntei por que chorava, se nós duas agora
estávamos livres do sofrimento da carne, então, ela, transformando-se em
minha frente, assumiu a feição de Sinhazinha! Ela era a minha Sinhá do tempo
do cativeiro. E nós duas nos abraçamos e choramos juntas. Hoje, trabalhamos
nas falanges da Umbanda, com a esperança de passar a nossa experiência pra
muitos que ainda se encontram perdidos em suas dificuldades.

 

Ao mestre com carinho

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