Fofocas no terreiro

Fofocas no terreiro.

O MAL DAS FOFOCAS E INTRIGAS DENTRO DE UM TERREIRO DE UMBANDA...

A Umbanda é uma religião livre e aberta a todos, ou seja: livre, pois não se prende a uma doutrina exclusiva e restritiva, permitindo a cada ramificação e a cada terreiro, exercerem a sua própria doutrina e seus próprios fundamentos de acordo com seus guias espirituais; aberta, pois recebe a todos sem preconceito de crença, cor, status social ou econômico, ou preferências sexuais.
As casas de Umbanda estão sempre com suas portas abertas a todos, se motivando pela caridade no ajudar ao próximo e na educação moral e espiritual do ser humano.
O “código moral umbandista” se baseia no respeito às diferenças, no respeito a todas as crenças, e a todas as formas de praticar a religião de Umbanda que existem no mundo.
Sem preconceito, a Umbanda acolhe a todos e a todos tem uma palavra de força, de fé de conforto. Porém, os terreiros não são perfeitos, pois o material de trabalho dos Guias e Orixás somos nós, seres humanos que têm defeitos, manias, maus hábitos, defeitos morais e espirituais que os Guias têm de

conviver, e, aos poucos, quando a matéria permite modificações, eles as fazem de bom grado, mas sabendo que nem tudo é passível de mudança. Só tempo é com muita paciência e boa vontade (com uma dose de determinação e aceitação do médium) é que as mudanças podem ocorrer (Umbanda não faz milagres, muito menos, os Guias e Orixás).
Um dos piores defeitos morais coletivos que pode existir dentro de um terreiro é a “fofoca”, e, com ela, as intrigas. Se existem fofocas isso demonstra que também existem inveja, ciúmes, vaidades, soberba ... Ou seja, uma série de maus modos que têm como termômetro a fofoca.
Normalmente o “médium fofoqueiro” não faz essa prática por mal. Ele a faz por um vício que traz de casa, do convívio familiar e que não foi corrigido em tenra idade, e que acaba se tornando um vício que persegue a pessoa dentro da própria família, em suas relações pessoais, no trabalho e, infelizmente, dentro de uma casa espiritual (não só nos terreiros de Umbanda, mas nas casas espirituais em geral: Igrejas, Centros Kardecistas, Terreiros de Candomblé etc).
O “médium fofoqueiro”, muitas vezes, não tem ideia do mal que acaba fazendo, pois se torna compulsivo e involuntário nas palavras (a língua acaba sendo mais rápida do que o pensamento racional e moral). Com isso acaba gerando desconforto dentro do ambiente do terreiro, pois finda no jogo cruel e imoral do “jogar uma 

pessoa” contra as outra, ou outras; amigos contra amigos, irmãos contra irmãos; Pai/Mãe de Santo contra o ou os filhos; os filhos contra o Pai/Mãe de Santo. Ou seja, gera um caos, onde o “médium fofoqueiro” fica olhando e se divertindo com tudo aquilo, sem dar conta do estrago que está fazendo.
As situações podem chegar a um ponto tal que as próprias “entidades” do “médium fofoqueiro” passam a absorver esse mal, ou o médium passa a ser anímico a tal ponto que suas “entidades” passam a também fazer fofocas, tais como: “tem uma pessoa aqui no terreiro que diz ser sua amiga, mas que vai te passar a perna”; “você deveria tomar cuidado,

pois tem gente aqui dentro de olho no(a) seu(ua) homem/mulher”; “o cavalo de fulano fez aquelas obrigações, mas o seu não faz ...”.
Essas situações são terríveis e acabam marcando o próprio médium, e, sem dizer, as suas “entidades”, pois acabam, ele/ela e as entidades, perdendo a credibilidade, a confiança. Nesse ponto, onde antes havia “o veneno pernicioso da fofoca” gerado pelo médium, ele acaba colhendo o próprio fel que plantou. Caindo em desgraça diante dos irmãos e da própria assistência, fazendo com que o Guia chefe da casa ou o próprio sacerdote chefe, acabe tendo que tomar medidas drásticas, como: a suspensão, a bronca pública ou mesmo a expulsão do médium do terreiro.
Porém, como lidar para que as coisas não cheguem a um ponto extremo de ter que expulsar um “médium fofoqueiro” de um Terreiro?

Inicialmente as queixas devem ser levadas ao Guia chefe da casa e/ou ao Sacerdote de comando do Terreiro, para que ele possa avaliar essas queixas. Caso as mesmas sejam pertinentes, o “médium fofoqueiro” deve ser chamado, tendo em vista que a pessoa não faz essa prática por ser ruim, mas porque tem problemas diversos (baixa estima; ciúmes inexplicáveis; é muito possessiva e não aceita dividir ou ter perdas; problemas de relacionamento em casa: marido, pais ou filhos; é uma pessoa, muitas vezes, amarga com a vida e com as pessoas em volta dela, frustrada nos relacionamentos

pessoais, nos relacionamentos familiares, no trabalho ou com sua própria aparência etc). Assim deve-se tem muito tato para conversar com o médium para que ele não se sinta perseguido ou constrangido (Normalmente o “médium fofoqueiro” e uma pessoa que se sente perseguida diante de qualquer problema, principalmente dentro daqueles que ela tenha provocado – isso é uma forma de autoproteção ou fuga do problema. Também se sente constrangido por qualquer motivo e diz, gaguejando, que não foi ele/ela colocando a culpa em outrem ou em ciúmes e invejas; chora copiosamente ou, em casos de fuga, se deixa receber um kiumba que diz que “vai levar, foi trabalho mandado ou algo do gênero”, fazendo muito estardalhaço e sendo agressivo). No todo a conversa deve ser franca é concentrada no problema colocado e se a pessoa tem idéia do que fez, buscando-se sempre os motivos (coerentes ou não).
O “médium fofoqueiro” deve entender que aquele tipo de prática não pode existir dentro do terreiro, ficando claro que punições são cabíveis a esse tipo de prática, podendo chegar à expulsão. Caso as coisas tenham ido para o lado dos Guias do “médium fofoqueiro”, os mesmos devem ser convocados e chamados à atenção, pois não estão cuidando do “cavalo” devidamente, e, acima de tudo, estão permitindo o animismo e a falsa espiritualidade residirem no médium.
O sacerdote também deve buscar saber o estado espiritual e mental do médium para que ele possa ser tratado e/ou cuidado (se for espiritual no espiritual, o Guia chefe da casa deve ser consultado para ver o que pode ser feito em termos de descargas, banhos, oferendas e/ou obrigações; se for no material/mental, deve-se indicar um Guia da casa para acompanhar o médium, e, dependendo da gravidade do problema, um psicólogo, terapeuta ou mesmo um psiquiatra, deve ser recomendado).
O “médium fofoqueiro” deve ser sempre monitorado até que os problemas sejam sanados, e o bem estar volte à comunidade como um todo.
O trabalho espiritual é constante e não adianta acreditar que as coisas irão se resolver sozinhas ou pelo Astral Superior. Esse é um pensamento muito comodista, pois as coisas dos homens, em geral, são resolvidas pelos próprios homens ou com apoio e intervenção da espiritualidade através dos Guias. Se as coisas são deixadas de lado por medos vários, elas tendem a crescer a um ponto do insuportável, onde acabamos tomando medidas ou posicionamentos extremos, onde poderíamos ter uma ação mais preventiva ou pró-ativa para evitar ou sanar os problemas.
E por falar em Fofoca ou Maledicência gostaria de esclarecer que é o ato de falar mal das pessoas. Definição bem amena para um dos maiores flagelos da Humanidade. Mais terrível do que uma agressão física. Muito mais do que o corpo, fere a dignidade humana, conspurca reputações, destrói existências. Mais insidiosa do que uma epidemia, na forma de boato – eu “ouvi dizer” – alastra-se como rastilho de pólvora. Arma perigosa, está ao alcance de qualquer pessoa, em qualquer idade, e é muito fácil usá-la: basta ter um pouco de maldade no coração.
Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros. Diminuir o valor dos outros dá ao maledicente a grata ilusão de aumentar o próprio valor. A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros. Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz. São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.
Tribunal corrupto, nele o réu está, invariavelmente, ausente. É acusado, julgado e condenado, sem direito de defesa, sem contestação, sem misericórdia.
De todos os males que afligem uma Casa Umbandista, o pior de todos é a maledicência, popularmente conhecida como fofoca.
"Você viu fulana? Vem aqui no Terreiro só pra olhar a vida dos outros."
"É mesmo. Detesto gente assim"
"E sicrana? Você viu a roupa que ela está usando? Horrorosa."
Em todo terreiro a conversa se repete. Quem nunca fez um comentário malicioso sobre um irmão de santo?
Embora possam parecer inofensivos, esses comentários de canto de boca acabam prejudicando a todos e principalmente a Gira. Sem falar na corrente que fica totalmente enfraquecida.
A fofoca é sempre negativa. Não existe fofoca boa. Quase sempre ela é motivada pela inveja. Ela rouba a energia, tempo e o axé do terreiro, conquistado com tanto sacrifício.
É usada geralmente pelas pessoas mal sucedidas na vida, seja no campo material ou no espiritual. A pessoa de sucesso não está preocupada em criticar os outros. Esta

focada na realização e não na opinião.
Não é só na Umbanda que ela está presente. Está presente em todas as outras religiões. E também em outros setores da vida social: no trabalho, na escola, na família, etc.
Os estragos que ela trás podem ser irrecuperáveis, por isso é obrigação de todos cuidar para que ela acebe ou pelo menos seja minimizada.
O primeiro passo, se você não quer ser alvo disso, é abster-se de emitir comentários a respeito de outras pessoas. É a tal história: se cada um fizer a sua parte.
Mas não temos como controlar a língua do outro. Mas nem por isso devemos retransmitir o que eles pensam.


Assim sendo, evite de se prestar ao trabalho de "mensageiro de fofocas": se ouviu, entra por um ouvido e sai pelo outro, ou seja, esqueça!

Deixo por isso um pequeno trecho de uma história passada com o conhecido Filosofo Sócrates:

As três Peneiras


A história que passamos abaixo é de um dos homens mais cultuados pela humanidade desde que deixou o planeta. A sabedoria é milenar e nós como eternos aprendizes concordamos com essa sabedoria e seus compiladores, que para os Guerreiros da Luz, são os ILUMINADOS
Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você

quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.
Não esqueça!
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS!
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS!
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS!
(SÓCRATES)


QUANDO ACABA UM TERREIRO DE UMBANDA

Um terreiro de Umbanda acaba quando a vaidade é maior que a caridade;
Um terreiro de Umbanda acaba quando a fofoca e a intriga são maiores que o estudo e a disciplina;
Um terreiro de Umbanda acaba quando a maledicência fala mais alto que a beneficência;
Um terreiro de Umbanda acaba quando a atração sexual fala mais alto que a união fraternal;
Um terreiro de Umbanda acaba quando a higiene física, astral e mental não é rigorosamente observada;
Um terreiro de Umbanda acaba quando falsos médiuns são admitidos pelo dirigente na corrente apenas com o intuito de aumentar a arrecadação financeira da casa;
Um terreiro de Umbanda acaba quando as “festas” e “homenagens” são mais importantes e concorridas que as “giras de atendimento” e “reuniões de estudo”;
Um terreiro de Umbanda acaba quando as “guias” (colares) são mais importantes que os “Guias” (mentores);
Um terreiro de Umbanda acaba quando os “pontos” são cantados sem emoção e quando os “pontos” são riscados sem noção;
Um terreiro de Umbanda acaba não porque os Guias se afastam dos médiuns, mas porque os médiuns é que se afastam dos Guias;
Um terreiro de Umbanda acaba quando se cobra o que NÃO DEVE SER COBRADO;
Um terreiro de Umbanda acaba quando NÃO SE COBRA o que deve ser cobrado;
Um terreiro de Umbanda acaba quando a “mágica” substitui a verdadeira Magia;
Um terreiro de Umbanda acaba quando o “visível” é mais importante que o invisível;
Um terreiro de Umbanda acaba quando faltam a ética, o bom-senso e o respeito;
Um terreiro de Umbanda acaba quando acabam a Fé, o Amor e a Verdade.

*Mensagem de Sr. Exu Marabô – recebida pelo médium Vanderlei Alves



Os textos acima retratam bem a realidade.


Um dos motivos pelos quais a grande maioria dos "Pais e Mães de Santo", estão optando pelo Atendimento Particular.


Esta dificil encontrar terreiros que desenvolvem gira.



Vamos recordar o que é ser médium.



O QUE É SER MÉDIUM ?


Ser médium é... ter um dia daqueles e ainda ter força para vestir branco e trabalhar;
escutar um conselho dirigido a uma pessoa, mas entender que ele também é pra você;
é saber pisar devagar para não se machucar.
Ser médium é se aventurar em matas, praças e cemitérios para realizar tarefas pouco usuais;
entender que é apenas um instrumento da fé de quem o procura;
dormir na esteira no inverno para louvar Orixá;

ser confundido com um médico só por estar todo de branco.
Ser médium é ver coisas que até Deus duvida.
É carregar guias e mais guias no pescoço...
... e entender que elas não te fazem melhor ou pior.
É superar as pegadinhas do universo e chegar ao centro no horário combinado;
explicar, de uma vez por todas, que macumba é um instrumento musical;
dar conselhos inimagináveis a um amigo sem perceber;
entrar e sair imediatamente de um lugar suspeito, mesmo sem ter explicação;
é acordar de madrugada para fazer anotações sobre sonhos.
Ser médium é ter de esquecer os problemas pessoais na marra pra poder auxiliar quem tem complicações ainda maiores, por mais improvável que isso possa parecer.
É entender que todo dia é um recomeço...
É silenciar e escutar uma voz que, de longe, insiste em dizer: “vai dar tudo certo. Estou com você”.


Que seja eu abençoado na Fé que me guia,

E que tenha eu a coragem para enfrentar os dragões que se atravessam em minha frente,

Que seja eu digno de carregar as bênçãos do Guerreiro de Deus e ajudar meus irmãos na Terra,

E Afaste de mim aqueles que não são irmãos na fé da paz que procuro, e que só buscam o desentendimento entre os homens.

Assim Seja e Salve São Jorge Guerreiro!!!



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"Que Ogum te Abençoe hoje e sempre".

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Oração à Xangô Kaô Cabecile! Não sou merecedor de vossos ensinamentos, sou apenas mais um que te avistou nos terreiros da vida. Não tenho coragem de lhe pedir justiça, pois seu machado em mim acertará, então, peço perdão, quero aprender contigo a vencer grandes obstáculos, fazer de sua pedreira minha morada, fazer de seu livro minha bíblia, de seu felino meu fiel amigo e de seus machados minhas armas. Sei que em minha mediocridade vós ainda terá piedade de mim, querendo ou não, vós sabe que também sou injustiçado, meus inimigos zombam de mim, questionam com perguntas. Quem te protege? Quem te ampara? Peço humildemente uma audiência contigo, uma palavra amiga, um conforto a tempos esperado, conforto da alma, que eu tenha a certeza de que vós não me desampara e protege minha família. Me dê uma sentença, uma resposta, mesmo que não seja favorável, que eu possa aprender com ela e no momento oportuno pedir a reforma da mesma, para que me seja favorável. Ó meu justo Pai, sei que há injustiças maiores e sofrimentos mais terríveis do que àqueles que apresento diante de ti, mas, minha fé me obriga a clamar a ti, pois o mundo deixa os humanos órfãos, conosco acreditando que há possibilidade de prosseguirmos sozinhos, às expensas de própria força e coragem. E vós tem me ensinado a depositar toda confiança em ti, e assim faço nesse momento. Creio e confio em ti, recebo vossas instruções por meio de seu machado afiado em ambos os lados. Kaô Cabecile!


Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


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