Mãe Maria Conga

Salve a corrente Sagrada de Preto-velho

 

Ponto de Maria Conga

Vovó não quer casca de coco no terreiro.

Vovó não quer casca de coco no terreiro.

Prá não lembrar o tempo do cativeiro. 2x

 

De onde ela veio, Angola, Congo, Moçambique, Guiné, Luanda, não importa, pois a sua presença
 representa um lenitivo para as nossos sofrimentos e uma lição de vida daquela preta velha,
 que com o seu cachimbo branco, saia carijó, terço de lágrimas de nossa senhora, senta-se em um
toco de madeira
 no terreiro e conta os fatos de sua vida em terra brasileira, começando dizendo que só o fato
de podermos
 conviver com nossos filhos é uma grande dádiva.
Vinda da África distante, filha de Pai Rei Congo e Vovó Cambinda,
chegou a Bahia pelos navios tumbeiros a escrava

que foi dado o nome de Maria.
Como sua origem era da tribo do Rei do Congo, foi chamada de Maria Conga.

Naquele tempo as negras eram coisas e destinadas a cuidar da lavoura, a procriar,
a gerar filhos que delas eram afastados muito cedo, até mesmo antes de serem desmamados.
Outras negras alimentavam sua cria ou de outras escravas, assim como tantos outros candengues
 foram amamentados pela Vovó Maria Conga. Quase todas as mulheres escravas se transformavam em mães;
 cuidavam das crianças que chegavam à fazenda sem saber para onde foram enviados os seus pais,
 rezando para que seus próprios filhos também encontrassem alento aonde quer que estivessem.
 Os orixás africanos, desempenhavam papel fundamental nesta época. Diferentes nações africanas
que antes guerreavam, foram obrigadas a se unir na defesa da raça e todos os orixás passaram a
trabalhar para todo o povo negro. As mães tomavam conhecimento do destino de seus filhos através
 das mensagens dos orixás. Eram eles que pediam oferendas em momentos difíceis e era a eles que todos
 recorriam para afastar a dor. Vovó Maria Conga para deixar de ser uma reprodutora passou a se utilizar
 de algumas ervas, e pelo fato de ser uma escrava forte, foi enviada para a plantação de cana, onde a
 colheita era sempre motivo para muito trabalho e uma espécie de algazarra contagiava o lugar, pois as
mulheres cortavam a cana e as crianças, em total rebuliço, arrumavam os fardos para que os escravos
 os carregassem até o local indicado pelo feitor. Foi numa dessas ocasiões que Maria Conga soube que um
 dos seus filhos, afastado dela ainda no período de mamentação, tinha se tornado um escravo forte
e trabalhava numa fazenda próxima. Então o amor falou mais forte e seu coração transbordou de alegria
 e nada poderia dissuadi-la da idéia de revê-lo. Passou Maria Conga a escapar da fazenda, correndo de
sol a sol, para admirar a beleza daquele forte negro. Nas primeiras vezes não teve meios de falar com ele,
mas os orixás ouviram suas súplicas e não tardou para que os dois pudessem se abraçar e derramar as lágrimas
 por tanto tempo contidas. Parecia a ela que eles nunca tinham se afastado, pois o amor os mantivera unidos
 por todo o tempo. Certa tarde, quase chegando na senzala, a negra foi descoberta. Apanhou bastante, foi
 acorrentada,
 mas sempre conseguia passar os seus pés pelos grilhões e não deixou de escapar novamente para reencontrar
 seu filho.
Mais uma vez os brancos a pegaram na fuga, novamente a acorrentaram com os grilhões nos pés e como ela ainda
insistisse uma terceira vez resolveram encerrar a questão: queimaram sua perna direita, um pouco acima da canela
, para que ela não mais pudesse correr.
Impossibilitada de ver o filho, com menor capacidade de trabalho e locomoção, Maria Conga começou o seu lamento
de dor e passou a cuidar das crianças negras e de seus doentes. De repente, Maria Conga foi encontrada calada,
 triste, com o coração cheio de tristeza ao saber que seu filho tinha sido morto quando tentava fugir para vê-la.
Seu comportamento mudou e de alegre e tagarela passou a ser muito séria, mas sempre cuidava dos escravos doentes
 e de outros negros que vinham procurar o seu conselho e contava histórias de reis negros para as crianças,
de outras terras além mar, onde não havia escravidão. Um dia os escravos ao procurar pela Vovó Maria Conga
 dentro da senzala, estranharam o seu sono sereno e o seu semblante alegre ao dormir. Como o sol rompeu e a
escrava não acordava os escravos a foram chamar, foi onde houve a surpresa, não encontraram o corpo, pois Maria
Conga desencarnou e não mais estava neste plano terrestre, pois Orumilá a havia resgatado, para se tornar mais
uma estrela da sua constelação.
 De nada adiantou os feitores açoitarem os escravos, pois os mesmos não sabiam como explicar o sumiço
 da escrava Maria Conga.


Então os escravos passaram a adorar como uma santa e toda vez que necessitavam das suas curas , entoavam:
Brilhou uma estrela no céu
Oxalá mandou Maria Conga na terra
E lá no mar as ondas batiam, saravando a preta velha Maria Conga da Bahia.”

Autor Desconhecido

 

Prece a vovó Maria Conga

Benevolente e iluminada Vó Maria Conga,peço a tua proteção e bendigo a tua presença em todos os momentos.
Quero pedir-te que venha em meu auxílio juntamente com toda tua corrente bendita.
Traga-me a benção de teus sábios conselhos.
Dái-me a paz que trazes no olhar.
Seca minhas lágrimas com tua ternura.Livra-me do perigo.
Livra-me da incerteza.
Vó Maria Conga peço-te coragem nos momentos difíceis.
A tu que sofreste tanto e suportaste tudo com humildade e perdão, peço força e luz.


Que assim seja


Que Oxalá nos ilumine sempre


Salve o Nosso Senhor Jesus Cristo, Epa Babá, Oxalá!
Salve São Jorge Guerreiro, Ogum, Ogunhê, meu Pai!
Salve Santa Bárbara, Eparrei, minha mãe Iansã!
Salve São Jerônimo, Kaô cabecilê, Xangô!
Salve São Sebastião, Okê arô, Oxóssi!
Salve Nossa Senhora da Conceição,odociabá, Yemanjá!
Salve Nossa Senhora da Glória, oraieiê, Oxum!
Salve Nossa Senhora de Santana, Nanã Burukê, Saluba, vovó!
Salve São Lázaro, atotô, Obaluaiê!
Salve São Bartolomeu, arrobobó, Oxumaré!
Salve o povo da rua, salve as crianças, salve os preto véio;
Pai Pai joão de Angola, Pai Benedito,vovó Maria Conga,saravá!


E Salve o Rei Nagô!!!!

Preto-velhos:

1. Falange do Povo da Costa (Rei Cambinda)

Cruzam-se com Iemanjá e ensinam que, através da resignação das provas, haverá o resgate das dívidas do passado. Consolam e auxiliam os sofredores, com muito amor. Suas oferendas são entregues nas praias.

2. Falange do Povo de Congo (Rei Congo)

Com Yori conseguem a energia pura e infantil dessa falange que, transformada, vence a dor e traz a alegria. Junto a sua oferenda vai uma vela rosa oferecida às crianças.

3. Falange do Povo de Angola (Pai Joaquim)

Libertam os escravos de hoje, presos aos vícios, maldades e erros, despertando-os para a vida, por meio de esclarecimentos ou ritos. Vibram nas matas e sua vela será roxa, a cor mística por excelência.

4. Falange do Povo da Guiné (Pai Guiné)

Possuem o conhecimento das calungas (grande, o mar; pequena, o cemitério), profundos conhecedores da magia e da sabedoria para a cura de todos os males. Recebem suas oferendas no cruzeiro do cemitério ou na beira do mar.

5. Falange do Povo de Moçambique (Pai Jerônimo)

Trabalham na lei do livre-arbítrio (ou da livre escolha), com fins de inspirar a libertação do indivíduo durante sua vida terrena. Vibram na mata, sobre pedras em especial, ou nos lugares abertos nesse local, próprios ao repouso e à oração.

6. Falange do Povo de Luanda (Pai José)

Combatem demandas, fazem cumprir rigorosamente os rituais e trabalham muito na caridade, sendo exigentes, mas muito bondosos. Recebem suas oferendas no cruzeiro de cemitério.

7. Falange de Bengala (Pai Tomé)

Por terem sofrido muito na Terra, compreendem as misérias humanas, trabalham na busca da paz, da fraternidade e estimulam a caridade. Vibram nas colinas abertas e floridas.

Oferendas: cada Preto-Velho tem sua oferenda e gostos. Mas todos recebem cigarros de palha, café, velas brancas e pretas (alguns, roxas), doces tradicionais tipo pés-de-moleque, rapaduras, sagu, farofa com lingüiça picada e comidas típicas do interior e da época em que viveram.

Ervas: arruda, guiné, benjoim, cipreste, folhas de café, alfavaca e vassourinha branca.


 

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Plantas que Curam

Fonte: Revista Ana Maria e dicas da Mamãe Alice

Pretos Velhos e a origem da feijoada

Conhecida no Mundo inteiro como prato típico dos brasileiros e referência nas festas de Pretos Velhos, a feijoada surgiu devido às condições de vida dos escravos. O feijão preto era o mais básico e barato alimento presente nas senzalas.Plantado, colhido e preparado pelos escravos, na própria fazenda em que trabalhavam, era enriquecido pelas sobras de carne da cozinha da casa grande (geralmente porco). As partes que o senhor branco não comia, como os pés, a orelha, a garganta, o rabo, o focinho, etc., eram descartados e aproveitados pelos escravos, nascendo assim a feijoada.


Muita gente tem certeza de que Parece estória, mas é história!
Muita gente tem certeza de que a a feijoada, prato que se transformou em símbolo da culinária nacional, foi inventada pelos escravos. Nos intervalos do trabalho, eles aproveitavam restos de carne que os senhores desprezavam – orelhas, rabo e pés do porco, bem como a carne-seca – e os misturavam ao feijão, obtendo uma iguaria que só cairia no gosto de todos após o fim da escravidão. Bela história, mas inverossímil. Estas partes salgadas do porco não eram consideradas “restos” pelos brasileiros que descendiam de europeus. Ao contrário, eram muito apreciadas inclusive no Velho Mundo. A alimentação dos escravos era composta basicamente de mandioca e milho. Carne, só em raríssimas ocasiões. Anúncios em jornais brasileiros da primeira metade do século XIX – auge do escravismo no país – indicam que a “feijoada brasileira” era apreciada em restaurantes freqüentados pela elite urbana, o que não ocorreria se o prato fosse identificado com escravos ou restos de alimento. Por sinal, este tipo de comida – o feijão combinado a outros vegetais e carne suína e bovina – desde a antiguidade vinha sendo apreciado na Europa mediterrânea. Os portugueses, ao introduzirem a tradição do cozido no país, substituíram o feijão- fradinho pelo feijão-preto (originário de América do Sul), muito mais saboroso na opinião de todos os estrangeiros que aqui chegavam. Foi assim que se criou a tão brasileira feijoada. RODRIGO ELIAS *Matéria tirada da -Revista de História da Biblioteca Nacional – num 29

OFERENDA 1
gamela, alguidar, prato de barro ou de papelão
250g de canjica cozida firme
7 colheres de sopa de mel para regar
3 copos de café preto sem açúcar
3 velas bicolores (preta e branca)
3 palheiros (cigarros de palha)
3 flores brancas, sem espinhos, ao lado de cada vela

OFERENDA 2:
gamela. alguidar, prato de barro ou folha de bananeira
7 pedaços de bolo de fubá, (o bolo deve ser feito por você, e com erva doce)
7 copos de água mineral adoçadas com mel
7 velas bicolores (preta e branca)
7 cigarros de palha
7 galhos frescos de alecrim (colocados entre os pedaços de bolo)


OFERENDA 3
folha de bananeira ou prato de papelão para colocar a oferenda
7 paezinhos feitos em casa, sem sal
7 colheres de mel para regar cada pão
1 colher de sopa de erva doce
1 colher de sopa de camomila
1 colher de sopa de alecrim
7 copos de água mineral com 1 tampinha de aguardente em cada um
3 cigarros de palha
3 velas bicolores (preta e branca)Arrume os pães, salpique-os com as ervas e regue com mel



Prece a vovó Maria Conga Benevolente e iluminada Vó Maria Conga,peço a tua proteção e bendigo a tua presença em todos os momentos. Quero pedir-te que venha em meu auxílio juntamente com toda tua corrente bendita. Traga-me a benção de teus sábios conselhos. Dái-me a paz que trazes no olhar. Seca minhas lágrimas com tua ternura.Livra-me do perigo. Livra-me da incerteza. Vó Maria Conga peço-te coragem nos momentos difíceis. A tu que sofreste tanto e suportaste tudo com humildade e perdão, peço força e luz. Que assim seja Que Oxalá nos ilumine sempre Salve o Nosso Senhor Jesus Cristo, Epa Babá, Oxalá! Salve São Jorge Guerreiro, Ogum, Ogunhê, meu Pai! Salve Santa Bárbara, Eparrei, minha mãe Iansã! Salve São Jerônimo, Kaô cabecilê, Xangô! Salve São Sebastião, Okê arô, Oxóssi! Salve Nossa Senhora da Conceição,odociabá, Yemanjá! Salve Nossa Senhora da Glória, oraieiê, Oxum! Salve Nossa Senhora de Santana, Nanã Burukê, Saluba, vovó! Salve São Lázaro, atotô, Obaluaiê! Salve São Bartolomeu, arrobobó, Oxumaré! Salve o povo da rua, salve as crianças, salve os preto véio; Pai Pai joão de Angola, Pai Benedito,vovó Maria Conga,saravá!

E Salve o Rei Nagô!!!!


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"Que Ogum te Abençoe hoje e sempre".


Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


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PRETO VELHO DIZ....

Acordem Para a Vida!

Na dificuldade de encarar a vida, é sempre fácil responsabilizar os outros;
Na dificuldade de se relacionar com os outros, é sempre fácil olhar os defeitos;
Na dificuldade de amar o próximo, é sempre fácil escolher a indiferença;
Na dificuldade de competência para ser feliz, é sempre fácil infelicitar os outros;
Na dificuldade de caráter é sempre fácil o nivelamento alheio;
Na dificuldade de atitude é sempre fácil condenar o carma;
Na dificuldade de buscar caminhos retos, é sempre fácil procurar atalhos;
Na dificuldade de obedecer a ordens, é sempre fácil se julgar injustiçado;
Na dificuldade de compreender liberdade, é sempre fácil buscar a libertinagem;
Na dificuldade de lágrimas sinceras, é sempre fácil o sorriso falso;
Na dificuldade de exercitar a mente, é sempre fácil obter respostas prontas;
Invariável reconhecer que para as nossas dificuldades, sempre temos desculpas variadas, mas, para as dificuldades dos companheiros que nos acompanham no dia a dia sempre temos condenações.
Por que será que exigimos tanto do outro quando não lhe suportamos as exigências?
Alguns poderão responder: é o instinto de conservação que fala mais alto, temos que nos defender!
Então nêgo velho pergunta: que diacho de conservação é essa que só guarda o que não é bom? Num existe mandinga pior do que carregar bagagem desnecessária e se suncês tão carregando egoísmo, vaidade, orgulho e prepotência. Tão é perdendo tempo!
Mas aí suncês vão dizer: Pai Firmino a natureza não dá saltos! E eu vou arresponder: concordo com suncês meus fios! Ela num dá salto, mas, cumpre as funções estabelecidas por Zambi.
Ao invés de suncês querer ser o que não são, procurem ser o que podem ser meus fios, tenham humildade em tudo que façam e reconheçam que só aprendendo a vencer suas dificuldades é que suncês sairão vitoriosos.
Acordem para a vida! Pois, guia nenhum vai fazer o que cabe a suncês fazerem.
Naruê meu Pai!
Patacori Ogum
Ogunhê!
PAI FIRMINO DO CONGO
Centro Pai João de angola

PRECE AOS PRETOS VELHOS

Louvados sejam todos os pretos-velhos.
Louvados sejam vós que formais o santíssimo rosário da Virgem Maria.

Santas Almas Benditas, protetoras de todos aqueles que se encontram em aflição. A vós recorremos espíritos puros pelos sofrimentos, grandiosos pela humildade e bem aventurados pelo amor que irradiam, socorre-me pois
encontro-me em aflição.

Concedam-me meus bondosos pretos-velhos a graça de (pede-se a graça que deseja alcançar) através da vossa intercessão junto a Santa Virgem Maria, santíssima mãe de Deus e de todos nós.

Dai-me meus pretos-velhos um pouco de vossa humildade, de vosso amor, e de vossa pureza de pensamentos, para que possa cumprir a minha missão na Terra, seguindo todos os vossos exemplos de bondade.

Louvadas sejam todas as Santas Almas Benditas.
Tenham piedade de nós.

Assim seja

OMULÚ-OBALUAIÊ - lendas

ABSTINÊNCIA



Obaluaiê era muito mulherengo e não obedecia a nenhum mandamento que fosse. Numa data importante, Orunmilá advertiu-o que se abstivesse de sexo, o que ele não cumpriu. Naquele mesmo dia possuiu uma de suas mulheres. Na manhã seguinte despertou com o corpo coberto de chagas.
Suas mulheres pediram a Orunmilá que intercedesse junto a Olodumarê, mas este não perdoou Obaluaiê, que morreu em seguida.

Orunmilá usando o mel de Oxum, despejou-o por sobre todo o palácio de Olodumarê.

Este, deliciado, perguntou a Orunmilá quem havia despejado em sua casa tal iguaria.

Orunmilá disse-lhe que havia sido uma mulher. Todas as divindades femininas foram chamadas, mas faltava Oxum, que confirmou ao chegar que era seu aquele mel. Olodumarê pediu-lhe mais, ao que Oxum lhe fez uma proposta.

Oxum daria a ele todo o mel que quisesse, desde que ressuscitasse Obaluaiê.

Olodumarê aceitou a condição de Oxum, e Obaluaiê saiu da terra vivo e são.

AS DUAS MÃES DE OBALUAIÊ





Filho de Oxalá e Nanã, nasceu com chagas, uma doença de pele que fedia e causava medo aos outros, sua mãe Nanã morria de medo da varíola, que já havia matado muita gente no mundo. Por esse motivo Nanã, o abandonou na beira do mar. Ao sair em seu passeio pelas areias que cercavam o seu reino, Iemanjá encontrou um cesto contendo uma criança. Reconhecendo-a como sendo filho de Nanã, pegou-a em seus braços e a criou como seu filho em seus seios lacrimosos.

O tempo foi passando e a criança cresceu e tornou um grande guerreiro, feiticeiro e caçador. Se cobria com palha da costa, não para esconder as chagas com a qual nasceu, e sim porque seu corpo brilhava como a luz do sol. Um dia Iemanjá chamou Nanã e apresentou-a a seu filho Xapanã, dizendo: Xapanã, meu filho receba Nanã sua mãe de sangue. Nanã, este é Xapanã nosso filho. E assim Nanã foi perdoada por Omulu e este passou a conviver com suas duas mães.

A VIDA ENSINA



Quando Omolu era um menino de uns doze anos, saiu de casa e foi para o mundo para fazer a vida. De cidade em cidade, de vila em vila, ele ia oferecendo seus serviços, procurando emprego. Mas Omolu não conseguia nada. Ninguém lhe dava o que fazer, ninguém o empregava, e ele teve que pedir esmola.

Tinha um cachorro que o acompanhava. Omolu e seu cachorro retiraram-se no mato e foram viver com as cobras. Omolu comia o que a mata dava: frutas, folhas e raízes. Mas os espinhos da floresta feriam o menino. As picadas de mosquitos cobriam-lhe o corpo. Omolu ficou coberto de chagas.
Só o cachorro confortava Omolu, lambendo-lhe as feridas. Um dia, quando dormia, Omolu escutou uma voz:

-Estás pronto. Levanta e vai cuidar do povo.

Omolu viu que todas as feridas estavam cicatrizadas. Não tinha dores nem febre. Omolu juntou as cabacinhas, os atos, onde guardava água e remédios que aprendera a usar com a floresta, agradeceu a Olorum e partiu.

Naquele tempo uma peste infestava a Terra. Por todo lado estava morrendo gente, todas as aldeias enterravam seus mortos. Os pais de Omolu foram ao babalaô e ele disse que Omolu estava vivo e que ele traria a cura para a peste.

Todo lugar aonde chegava, a fama precedia Omolu. Todos esperavam-no com festa, pois ele curava. Os que antes lhe negaram até mesmo água de beber agora imploravam por sua cura. Ele curava a todos, afastava a peste. Então dizia que se protegessem, levando na mão uma folha de dracena, o peregum, e pintando a cabeça com efum, ossum e uági, os pós branco, vermelho e azul usados nos rituais e encantamentos. Curava os doentes e com o xaxará varria a peste para fora da casa, para que a praga não pegasse outras pessoas da família. Limpava as casas e aldeias com a mágica vassoura de fibras de coqueiro, seu instrumento de cura, seu símbolo, seu cetro, o xaxará.

Quando chegou em casa, Omolu curou os pais e todos estavam felizes. Todos cantavam e louvavam o curandeiro e todos o chamaram de Obaluaê, todos davam vivas ao Senhor da Terra, Obaluaê.

CONSAGRAÇÃO



Omolú se dedicou a conhecer as ervas e assim poder curar as doenças de seu povo, se tornando o grande curandeiro dos enfermos acometidos por doenças da pele e por doenças que causam a grande febre do corpo e consomem com suas feridas os homens.

Se sentindo seguro e como era muito aventureiro resolve caminhar pela terra e conhecer seu povo.
Após uma longa jornada buscou a sombra de uma palmeira frondosa para descansar e adormeceu.

Foi acordando com uma voz que queria saber o porquê de estar ali dormindo e se necessitava de algo.

A vós que o acordou era de um homem já maduro e este era seu pai Oxalá, que não sabia de sua existência e os dois trocaram informações, Omolú ofereceu água e vinho de palma para Oxalá, e Oxalá ficou muito satisfeito com essa gentileza e a conversa se estendeu de forma que Oxalá ficou sabendo dos conhecimentos de Omolú, com relação a cura das doenças da pele.

E, em baixo da palmeira, Oxalá consagrou Omolú, tornando-o assim òbá Lú Aiyé,

O Rei do Mundo, ou O Rei da Terra.

 

Omolú ganha pérolas de Iemanjá Omolú foi salvo por Iemanjá quando sua mãe, Nanã Buruku, ao vê-lo doente, coberto de chagas, purulento, abandonou-o numa gruta perto da praia. Iemanjá recolheu Omolú e o lavou com a água do mar, o sal da água secou sua feridas, Omolú tornou-se um homem vigoroso, mas ainda carregava as cicatrizes, as marcas feias da varíola. Iemanjá confeccionou para ele uma roupa toda de ráfia, e com ela ele escondia as marcas de suas doenças, ele era um homem poderoso, andava pelas aldeias e por onde passava deixava um rastro ora de cura, ora de saúde, ora de doença, Mas continuava sendo um homem pobre. Iemanjá não se conformava com a pobreza do filho adotivo, Ela pensou: “Se eu dei a ele a cura, a saúde, não posso deixar que seja sempre um homem pobre”. Ficou imaginando quais riquezas, poderia da a ele. Iemanjá era a dona da pesca, tinha os peixes, os polvos, os caramujos, as conchas, os corais, tudo aquilo que dava vida ao oceano pertencia a sua mãe, Olocum, e ela dera tudo a Iemanjá. Iemanjá resolveu então ver suas jóias tinha algumas, mas enfeitava-se mesmo era com algas, ela enfeitava-se com água do mar, vestia-se de espuma, ela adorava-se com o reflexo de Oxu, a Lua. Mas Iemanjá tinha uma grande riqueza e essa riqueza eram as pérolas, que as ostras fabricavam para ela. Iemanjá, muito contente com sua lembrança, chamou Omolú e lhe disse: “De hoje em diante, és tu quem cuidas das pérolas do mar. Serás assim chamado de Jeholu, o Senhor das Pérolas”. Por isso as pérolas pertencem a Omolú, por baixo de sua roupa de ráfia, enfeitando seu corpo marcado de chagas, Omolú ostenta colares e mais colares de pérola, belíssimos colares.

Centro Pai João de Angola
OBALUAÊ, SENHOR DA CURA E DA TERRA

Obaluaê, Senhor da Terra

Orixá das doenças e da cura, Obaluaê (manifestação jovem - guerreiro, caçador, lutador) ou Omulu (manifestação velha - sábio, feiticeiro, guardião), como é mais conhecido, representa a manifestação de Deus entre o mundo terrestre e o espiritual. Temido na maioria dos terreiros, sua fama como senhor das pestes, das doenças contagiosas ou não, ele, na verdade, é o médico dos pobres. Sou regida por ele e me sinto como se tivesse uma equipe médica ao meu lado, diariamente.

Reza a lenda que era filho de Nanã, que o abandonou por ser doente, sendo criado por Iemanjá que o alimentava com pipoca sem sal acrescida de mel para melhorar o gosto, e passava azeite de dendê em suas feridas para aliviar a dor e coceira.

Sua representação visual é revestida de mistério, pois é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha da Costa). É proibido ver o seu rosto devido à deformação feita pela doença e pelo respeito que devemos a esse poderosíssimo Orixá.

Está presente no funcionamento do organismo, na dor que sentimos por um corte, queimadura ou traumatismo, agonia, aflição, ansiedade. A ele devemos a nossa saúde. Cuida também da pele e de suas moléstias. Também conhecido como Xapanã, seus filhos geralmente têm alergias, coceiras, pneumonia e até mesmo tuberculose, como eu mesma presenciei um deles ter. Rege as pessoas que têm problemas mentais, perturbações nervosas e todos os desequilíbrios do sistema nervoso. Sua influência, além dos cemitérios, pode ser sentida nos hospitais, casas de saúde, ambulatórios, clínicas, sempre próximo aos leitos. Cuida dos mutilados, aleijados, enfermos em geral. Ao contrário do que se prega, é o Orixá da Misericórdia.

Quem tem a missão desse Orixá não pode vacilar. O compromisso com a cura é inevitável, seja profissionalmente, como médicos, enfermeiros, terapeutas ou médiuns curadores. Basicamente solitários, seus filhos ou protegidos preservam sua individualidade com uma máscara de austeridade, mantendo até uma aura de respeito e de imposição, de um certo medo aos outros. Muitas vezes são pessoas irônicas, em que seus comentários são secos e diretos, o que colabora para a imagem de terrível que forma de si próprio.

Mas a minha história com esse arquétipo começou muito cedo. Desde jovem, aparecia em meu quarto uma figura muito forte, olhar dirigido para o chão, careca e sério. Achava estranho, mas quando iniciei a minha vida espiritual aos 18 anos, pude entender a sua presença. Sempre me protegeu, até no desamparo familiar, quando tive pneumonia e fui salva por ele, sem medicamentos. Todas as vezes que me encontrei numa situação crítica, ele ali estava e uma das mais significativas foi quando há cerca de 5 anos, tive um infarto, sozinha em casa. Minha respiração começou a ficar ofegante, senti uma queimação em todo o lado esquerdo dentro das artérias, como se elas estivessem levando um líquido ácido para o resto do corpo, comecei a desmaiar e a sentir uma pressão dentro da cabeça como fosse explodir a minha caixa craniana. Senti se esvaírem as minhas forças e iniciei uma descida quase que em câmera lenta. Quando atingi o chão, ouvi uma voz suave que me disse para ter calma. Imediatamente, senti como se estivessem colocando algo em minha garganta, o que imediatamente me fez começar a tossir. Cada vez que tossia parecia que a cabeça ia implodir de dor. Mas à medida que tossia, percebia que obrigava o coração a voltar ao seu ritmo normal, obrigando-o a levar a circulação para os periféricos. Foram momentos muito dolorosos, mas ao mesmo tempo confortantes. Eu estava sendo salva pela minha amada equipe de amigos invisíveis.

Quem é filho (a) de Obaluaê não precisa muito de médico e eu só fui ter com um por ocasião do nascimento do meu filho, em que o obstetra era a mesma figura física que eu sempre vira na minha juventude (dizem que um filho de Obaluaê só pode ser cortado, em cirurgia, por outro). Além do que meu filho nasceu no dia 17 de dezembro (São Lázaro), dia consagrado a ele. Outros dias de comemoração são 2 de novembro (Omulu) e também 16 de agosto (Xapanã). Todos com a mesma função.

Outro momento muito importante foi quando meu vizinho teve uma doença degenerativa e sua família, sem o menor constrangimento, já estava dividindo a herança antes do fato consumado. Como ele detinha um bom patrimônio, uma junta médica deu-lhe o diagnóstico “nada a fazer”.
Fiquei indignada com a falta de amor e sensibilidade daquela família e me aproximando do seu leito lhe disse baixinho ao ouvido: “agüenta firme, a cavalaria já está a caminho”. Sai dali e fui direto pedir ao meu amigo Obaluaê que o curasse, o que imediatamente, em uma semana aconteceu. Encontrei-o saindo do elevador para correr na praia. Ele me deu um sorriso e se pôs a caminho do mar, como se fosse encontrar Yemanjá. Um ano depois, acabou sendo assassinado, a facadas (segundo a perícia, foram umas 15), supostamente por um ladrão que nada levou de sua casa. Estranho, não? Nessa época o casal já residia em outro bairro e eu fiquei sabendo pelos jornais.

Mas nem sempre é possível reverter a situação, pois temos que respeitar as escolhas de cada um. Quando eu vejo alguém em estado de coma, sem condições de reversão, muitas vezes com o cérebro já comprometido, eu peço a ele que encaminhe aquele espírito para que obtenha descanso do sofrimento físico e sou na maioria das vezes atendida.

A quantidade de curas que eu já vi acontecer me faz perceber que essa manifestação arquetípica de Deus, responsável por esse tema vida e morte, sem dúvida é para se ter muita certeza que quando se tem ele, se está muito bem acompanhado! Atotô Obaluaê! Obrigada, amigo, por você me proteger!

Por Vera Ghimel

 

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