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Oferendas de Oxum.























OXUM

Dia da semana: Sábado.
Saudação: Ora iêiê ô !
Sincretismo: Nossa Senhora Aparecida (12 de Outubro)
Nossa Senhora da Conceição (08 de Dezembro).
Cores: azul escuro (umbanda), amarelo ouro (candomblé).
Símbolos: leque (abebé) com estrela e espelho.
Onde recebe oferendas: em rios, nascentes e cachoeiras.
Principais oferendas: velas, flores brancas e amarelas, perfumes, adereços, espelhos, suas comidas e bebidas.
Bebida: champanhe.
Elemento: água.
Algumas ervas: catinga de mulata, oriri, malmequer, jasmim.
Animais: arara.
Comida: omolocum, xinxim, ovos, canjica, banana.
Domínio: água doce.
O que faz: dá riqueza, amor, fertilidade, protege o parto e o bebê.
Características: bonita, elegante, charmosa, doce, possessiva.

Para Mamãe Oxum pede-se: aconchego, harmonia, fertilidade, amor, prosperidade, bons relacionamentos, harmonia familiar.




 

Na Nigéria, mais precisamente em Ijesá, Ijebu e Osogbó, corre calmamente o rio Oxum, a morada da mais bela Iyabá, a rainha de todas as riquezas, a protectora das crianças, a mãe da doçura e da benevolência.

Generosa e digna, Oxum é a rainha de todos os rios e cachoeiras. Vaidosa, é a mais importante entre as mulheres da cidade, a Ialodê. É a dona da fecundidade das mulheres, a dona do grande poder feminino.

Oxum é a deusa mais bela e mais sensual do Candomblé. É a própria vaidade, dengosa e formosa, paciente e bondosa, mãe que amamenta e ama. Um de seus oriquis, visto com mais atenção, revela o zelo de Oxum com seus filhos:

O primeiro filho de Oxum chama-se Ide, é uma verdadeira jóia, uma argola de cobre que todos os iniciados de Oxum devem colocar nos seus braços.

Oxum não vê defeitos nos seus filhos, não vê sujidade. Os seus filhos, para ela, são verdadeiras jóias, e ela só consegue ver seu brilho.

É por isso que Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência.

Seus filhos, melhor, as suas jóias, são a sua maior riqueza.

CONSELHO: Oxum mostra que é possível combinar beleza com inteligência. O perigo está em exagerar e se perder nas próprias armadilhas. A imprevisibilidade da vida também tem seu encanto, e não é preciso controlar tudo o tempo todo. Cuidado com a obsessão pela estética, o egoísmo e a vaidade. Aprenda a compartilhar.




Características dos filhos de Oxum

Dão muito valor à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocá-la, preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia. São obstinadas na procura dos seus objectivos.

Oxum é o arquétipo daqueles que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades; atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.

Têm uma certa tendência para engordar, a imagem do gordinho risonho e bem-humorado combina com eles. Gostam de festas, vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos.

Não se desesperam por paixões impossíveis, por mais que gostem de uma pessoa, o seu amor-próprio é muito maior. Eles são narcisistas demais para gostar muito de alguém.

Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem os filhos de Oxum, que gostam de jóias, perfumes, roupas vistosas e de tudo que é bom e caro.

O lado espiritual dos filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maiores Yalorixás da história do Candomblé, tenham sido ou sejam de Oxum.




O Que São Oferendas?

Chamamos de oferendas rituais compostos de frutas, alimentos, carnes, bebidas, flores, louças e adereços que servem para oferendar aos Orixás, como uma súplica para se alcançar uma graça, bem como, para homenagear e cultuar um Orixá de forma a fortalecer nosso vínculo com a casa e com o mesmo.

Cada Orixá tem seus alimentos respectivos, suas flores, suas cores, suas bebidas e sua forma particular de culto, orações e invocações.



Oferendas de Oxum

Receita de feijão fradinho refogado com azeite de dendê. Na religião candomblé, esse é um dos pratos oferecidos ao orixá Oxum

Ingredientes

  • omolocum_ii
  •    

 


     

  •  

 


 



Canjica branca cozida em água pura sem sal e feijão fradinho cozido em água pura sem sal. Coloca-se, numa tigela de louça branca, uma camada de canjica, uma camada de feijão fradinho e, por cima, 3 ovos cozidos cortados em rodelas.

Oxum adora ser lembrada. Come também o ipeté, comida a base de inhame temperada com camarão e dendê. Ado - é uma comida ritual feita de milho vermelho torrado e moído em moinho e temperado com azeite de dendê e mel.






Presentes Prediletos
Adereços, Espelho, Flores Brancas e Amarelas, Perfumes, seus Alimentos e suas Bebidas

Flores
De tonalidade amarelo, lírios de toda espécie, margaridas, flor-de-maio, amor-perfeito, madressilva, narciso, rosa branca ou bicolor.

Frutas
Doces em geral, banana prata e ouro, laranja-lima, viti, sapoti, moranga, jabuticaba.

Bebidas
Doces, ressaltando-se o mel, água de cachoeira, água de coco, champagne, suco de suas ervas e frutas.
Perfumes oriundos de suas plantas trazem ao portador um clima de romance, calma e mansidão.




                            

                           Mamãe Oxum:

Não tem melhor coisa nesse mundo
Do que ser reconhecido por meus pais
Podendo retribuir todo o amor e carinho
Em forma de amor e poesia;

Agradeço a você minha mãe e a Deus
Por estarmos juntos no momento
Mais difícil de nossas vidas
Por estarmos fortemente unidos nos nossos destinos;

Mãe me desculpe por eu chorar novamente
Como uma criança, não de tristeza
Mas de gratidão e felicidade
Por você sempre me apoiar e me orientar
Nos meus caminhos e nas minhas decisões;

Obrigado minha mãe,
Obrigado por estar comigo,
Obrigado por seus ensinamentos
Obrigado por fazer de mim
Parte de sua vida."

Obrigado por tudo que já fez, pelo faz por nós e pelo ainda farà.

Eternamente agradecido:

Beto de Ogum.



 






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Deus em nossas vidas
Mensagem
Quando ele nasceu lhe deram o nome de Eugene.
Seu sonho era voar, embora seu pai desejasse que ele se formasse em engenharia. Ele atravessou a infância e a adolescência sonhando com o espaço.
Formou-se em engenharia elétrica e se transformou em um piloto dedicado da marinha americana.
Quando, em abril de 1961, a corrida espacial se intensificou com Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, Eugene se apaixonou definitivamente pelas estrelas.
Finalmente candidatou-se a astronauta, participando do treinamento intensivo e depois de longa espera foi escalado para uma missão.
Quando deu seu primeiro passeio no espaço saindo da Gemini 9 sua primeira expressão foi:
- Deus do céu. Que paisagem! É mesmo lindo aqui!
O que ele viu, descreveu em entusiasmadas palavras, falando da água azul de ambos os lados da península da baixa Califórnia, no México, e do metal polido de que parecia ser feito o deserto do sudoeste.
Observando tantas maravilhas, ele foi se extasiando e chegou a dizer que era como estar sentado na varanda de Deus.
Em 1969 ele participou da missão da Apollo 10, que abriu caminho para o pouso da Apollo 11 na lua.
A 185 km de altitude, ele pode ver a terra e sua alma assim definiu o espetáculo:
- Ao olhar a terra dali, vi apenas um astro azul e branco a distância.
Ao meu redor, as estrelas e a escuridão eterna envolviam tudo.
Ninguém em juízo perfeito pode ter essa visão e negar a existência de um ser supremo. Algum poder superior colocou nosso planeta, nosso sol e nossa luz no vazio negro por onde vagam. Tudo é tão perfeito e bonito que sua existência não pode ser um acaso."
Eugene Cernan foi o último homem a pisar na lua, em dezembro de 1972, a bordo da Apollo 17, realizando definitivamente o seu sonho.
Hoje, os netos apontam a lua e lhe dizem:
- Vovô, olha lá a sua Lua."
Ele lhes fala então que a lua fica muito, muito distante. Que ele esteve lá, sentindo-se mais perto de Deus. Que na poeira lunar escreveu as iniciais do nome de sua filha, sabendo que elas ficariam ali, intocadas por mais tempo do que qualquer um poderia imaginar.
Fala-lhes da grandeza de Deus e da pequenez do Planeta azul.
Dia desses, sua netinha de apenas cinco anos, ouvindo a história fantástica do pouso na lua e dos passeios durante três dias em nosso satélite, o olhou profundamente e lhe disse:
- Vovô, eu não sabia que você tinha ido até o paraíso.
E ele completou:
- Nem eu mesmo sabia. Mas estive lá.
Todos os grandes homens conseguem reconhecer a sua pequenez e a grandiosidade de Deus.
Cientistas que descobrem o mundo microscópico ou os que atentam para o universo, descobrindo novos mundos, outros astros, quanto mais se dedicam à pesquisa, mais têm a capacidade de afirmar que Deus existe.
Em verdade, nenhum homem que olhe o céu repleto de estrelas, que se banhe com os raios da lua em plena noite, pode prosseguir no mundo a dizer que não crê em Deus.

Amor e Odio.


Amor e Ódio.

Quando o amor se transforma em ódio

Dizem que amor e ódio andam de mãos dadas. Mas, será que é realmente possível transformar o amor em ódio? Se você respondeu sim é hora de rever seus conceitos.

Por expressar uma variedade de formas de afeto que diferem em nível e intensidade, este sentimento costuma receber milhares de rótulos: amizade, carinho, ternura, companheirismo, entre outros.

Porém, na realidade, o que costumamos constatar é que nem sempre a expressão do amor dá-se por vias saudáveis. Um exemplo disto pode ser visto em certos tipos de relações conjugais, onde encontramos o exercício da “posse” mascarada sob a roupagem do “amor”. Aqui, diante das dificuldades de convivência, os cônjuges comportam-se como verdadeiros inimigos transformando suas juras de amor em desavenças dentro do próprio lar ou, em casos extremos, em incansáveis disputas judiciais.

Mas, será que isto realmente pode ocorrer? Podemos transformar o amor em vingança?

Diz-se que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira.

Desta forma, quando alguém nos diz que hoje odeia aquele que um dia jurou amar, podemos afirmar com certeza, que o que ele sentia por esta pessoa era tudo, menos amor. Isto porque o amor é um sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. Aqui o meu foco está voltado para o exterior, para o lado altruísta da relação e baseado na vontade que tenho de cuidar dos desejos e interesse alheio.

Como o amor não cobra, não exige, simplesmente flui incondicionalmente, a pessoa que ama verdadeiramente espera que o outro seja feliz, que tenha experiências que lhe propiciem o crescimento, mesmo que isto signifique abrir mão do desejo de estar em companhia do amado. Para estes indivíduos, a própria felicidade encontra-se atrelada ao bem-estar daqueles que eles escolheram ser o objeto de seu apreço, pois eles bem sabem que é impossível separarmos aquilo que nunca esteve unido de fato e que o amor pode se expressar de outras formas aquém da união física.

Certamente, aqui não quero dizer que não podemos ficar com raiva ou nos sentirmos magoados quando alguém, que julgamos amar, opta por outro caminho. Porém, se me decepcionei com esta pessoa é por que talvez eu tenha acreditado nela e não em sua essência.

Lembre-se que o tempo é um grande sábio e, como dizem, o melhor remédio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e não aquilo que havíamos criado frente as nossas carências internas.

Quando o amor se faz presente em nossos corações, conseguimos nos perdoar e aos outros também, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar lições úteis ao desenvolvimento de ambos.

Aprendamos, pois, a transformar a posse em amor, a olhar o que de positivo restou, pois sabemos que o que fica de uma relação é o que de verdadeiro existia nela: carinho, amizade, respeito ou, simplesmente compaixão pelo outro.

Mas, se o amor é isto como o ódio surge?

Para responder a esta pergunta, vamos primeiramente tentar entender o que significa odiar. Podemos descrever o ódio como uma paixão que nos impele a causar ou desejar mal a alguém. Ora, se ódio é paixão e esta um sentimento intenso que sobrepõe nossa lucidez e razão, o que encontraremos aqui é o apego, ou seja, o lado egoísta da relação. Neste caso, preocupamo-nos muito mais com a satisfação de nossos desejos pessoais, com nossas carências, com o controle do relacionamento afetivo, do que com a nossa capacidade de expressar o amor de forma incondicional.

Várias pessoas costumam acreditar que amam realmente alguém até surgir um obstáculo na relação. Quando o outro, por ação ou omissão, deixa de satisfazer seus desejos, muda seu padrão de comportamento, faz uma nova escolha, ou seja, começa a se afastar daquele modelo por elas idealizado, o sentimento de intensa frustração instala-se, levando-as a se fixarem no desejo de destruição daquele que julgam ser o grande culpado pela intensa dor emocional que atravessam.

Isto acontece porque costumamos entrar nas relações imaginando que o outro nos completará, satisfazendo nossos desejos e idealizações. Esquecemos, porém, que não podemos completar aquilo que só a nós compete: o preenchimento de nosso vazio interno. Que a relação envolve sentimentos de compreensão, companheirismo, troca, o saber ceder ou esperar. E, o mais importante, de que as pessoas não são nossos ativos, mas sim nós é que pertencemos ao mundo, tendo liberdade de vivências e escolhas, sejam estas agradáveis ou não para nós ou para o outro.

Sempre digo que, relação é conhecimento, é crescimento e que este pode se dar de inúmeras formas. Muitas vezes, quando nos relacionamos com alguém, costumamos ativar dinâmicas psíquicas não bem resolvidas em ambos, as quais resultam numa interação patológica. Isto pode ser facilmente observado nas situações onde a perfeição do outro se torna condição sinequanon. Nestes casos, quando nossas expectativas não são correspondidas, acabamos por gerar sentimentos de hostilidade que se transformam num jogo de culpas, cobranças e no aniquilamento das pessoas envolvidas.

Esquecemo-nos, porém, que enquanto nos “pré-ocupamos” em nos punir ou levar o outro à tortura, deixamos de viver novas experiências, de fazer novas escolhas, de aprender com o suposto erro, de nos respeitarmos enquanto seres merecedores de amor e compreensão e de encontrar o nosso verdadeiro caminho.

Cumpre-nos lembrar aqui também, que a dinâmica amor e ódio pode ser encontrada naqueles indivíduos que cultivam sentimentos de ciúmes. Isto porque o ciumento não consegue desenvolver o amor autêntico por confundir todas as relações com uma necessidade narcísica. Em outras palavras, estas pessoas não conseguem amar, mas sim precisam de um sentimento que são amadas, o que justifica que suas perdas sejam revestidas de uma posterior substituição. É diante da ameaça da perda que elas transformam sua paixão em ódio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam.

Finalizando, lembre-se de que um verdadeiro encontro de almas só ocorre quando existe o real desapego e isto só é possível quando aprendemos primeiramente a nos amar, a nos respeitar e a nos valorizar, através do nosso autoconhecimento, ou seja, do contato com a nossa essência.

Em matéria de amor é importante ressaltar que as pessoas ficam juntas, não por necessitarem umas das outras, mas sim pela satisfação que sentem em compartilhar um mesmo sentimento, um mesmo ideal.

O amor não precisa de condições, ele basta por si só. Sendo assim, se apenas podemos refletir no mundo aquilo que temos dentro de nossa alma, que este algo seja o exercício do AMOR INCONDICIONAL, pois através dele o ódio nunca encontrará espaço para se manifestar.

Esse Texto foi gentilmente nos concedido pela Autora Dra.Mônica Griesi.

Que prontamente atendeu nossa solicitação de republica-lo em nosso site.
Nossos sinceros agradecimentos.




O Nosso bom e “nêgo véio” Pai Joaquim.

Ele vêm chegando de mansinho, numa prece, num sussuro, deixando de lado o preconceito na hora da dificuldade e da precisão.
São os pretos velhos que as casas que falam do evangelho invocam a Deus e chamam por proteção.

Eles viveram numa época bem distante. A chibata era sua corrigenda. Qualquer deslize tinha o tronco como recompensa. Os negros da senzala nos seus olhares tristes e cabisbaixos ali se encontravam para ver o que acontecia com quem descumpria com as ordens do “sinhô”.

Ao cair da tarde, as aves se emudeciam e davam lugar ao som seco da chibata, que sem piedade ia e vinha no couro do negro escravo. O olhar do pobre coitado só o céu conhecia, e clamava ao salvador noite e dia que numa dessas surras sua vida se esvaia. Mas a redenção só acontece no dia e na hora certa, e com isso as “nêga véia” da senzala preparavam mais uma vez um novo unguento de ervas para cicatrizar as chagas de um castigo, que saciava as vaidades e as vontades de um capataz irado.

Hoje, na Umbanda são benvindos. Em alguns centros Kardecistas, esquecidos ou chamados nas desobsessões nas horas do aperto e da doutrinação havendo a necessidade da evocação de sua corrente edificando a elevação em torno de nossos irmãos que ainda se perdem no meio das trevas e da escuridão.

“Nêgo véio” sofrido de várias missões e várias denominações, preto véio Joaquim, preto véio João Benedito, preto véio João Serrador. Uma hora de Angola, outra hora de Aruanda, outra do Congo. Que importa? O que sabemos é que suas rezas sempre necessitamos. A invocação de Jesus é seu lema. O sinal da cruz na testa, sua bandeira. A oração e a cantiga a moda antiga, sua marca de humildade e exemplo de paciência e resignação.

Quem já não precisou dobrar os joelhos diante de um pai velho, buscando consolo de sua alma cansada e dolorida na hora da dor e da tristeza impostas pelos degraus da evolução?

Lá vem eles, são os “nêgo véio”!! Que importa como eles falam? Se a fala é do “zi zi zi”, “zin fio” ou não, o que importa é o consolo, a energia boa, o carinho, a humildade e a destreza para cuidar das mazelas desta vida. Gente sofrida que não perdeu em nenhum instante que a chibata corria, a sabedoria, a devoção e a fé em nosso senhor Jesus Cristo.

E se um dia, em alguma casa espírita que você entrar para uma prece receber, algum trabalhador lhe dizer que lá não se trabalha e não se invoca a corrente de pretos velhos, mesmo que por preconceito, não se deixem manifestar em nenhum dos médiuns, tenha certeza que mesmo assim em um canto qualquer daquela casa, haverá um preto velho ou uma “nêga véia” rezando e pedindo paz e luz a VOCÊ, “ZIN FIO”!

Texto escrito pelo médium Marco Antonio Delgado




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"É o Orixá Senhor das contendas, deus da guerra.
Seu nome, traduzido para o português, significa luta, briga, batalha. É a divindade da metalurgia, do ferro, aço e outros metais fortes.
Ogum é a força incontrolável e dominadora, do movimento, do choque. Patriarca dos exércitos, dono das armas. Ogum é o poder do sangue que corre nas veias. Orixá da manutenção da vida.
Homenagem a Ogum.



Ogum
e o pai que nunca deixa um filho sem resposta"
" Ogum abênçoa os filhos e os filhos de seus filhos. " . "Eu não seria nada se não fosse Ogum para abrir a minha Estrada." Salve meu Pai Ogum, Axê patacori Ogum.


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