Pai cipriano

 Pai cipriano

Com Cipriano aprendi a perdoar me contou a sua historia e muito me fez chorar como sofreu o velho no cativeiro tanto dor e desespero no horror da escravidaõ.

não cultivou rancor na sua alma hoje chega na umbanda para ensinar uma lição quem lhe mandou foi a virgem imaculadas cinda dona das águas Senhora Conceição mostrar aos filhos que umbanda é caridade e que Oxalá é a verdade e que sublime e´ o perdão .

Eu te perdoei ,e voce me perdoou.aprendemos a lição na cartilha do vovô Se o perdão é o único caminho para se chegar, A paz do mestre Oxalá eu agradeço essa lição oa meu vovô Hoje eu vou te perdoar nesse caminho do bem E na corrente do amor eu peço o seu perdão também

"O PERDÃO E´ O ÚNICO CAMINHO QUE NOS LEVARA A PAZ!!!""""SE DESEJAS A PAZ DE CONSCIÊNCIA POR PRINCIPIO DE FELICIDADE;APRENDA A PERDOAR!!!

Vamos contar um pouquinho desta história... Era o primogênito de uma família abastada e nobre. Herdeiro direto do trono daquela tribo, ainda bem jovem, por volta dos vinte anos, forte, saudável e cheio de vida, fui iniciado nos preceitos e conceitos religiosos do meu povo. Logo estava recebendo o "Decá" (autorização para a prática religiosa da minha tribo de origem). Foi um espanto geral! Ninguém quis acreditar. Como um menino daquele conseguira um encargo tão valoroso? Talvez por ser o filho primogênito do Chefe tribal. A partir da minha consagração as coisas começaram a ficar difíceis, Os demais membros da minha comunidade não mais me dirigiam a palavra. O ambiente foi ficando insuportável. Afastado da convivência com os outros irmãos, sofrendo discriminação e recebendo vibrações de ódio causadas pelo imenso despeito dos meus irmãos, preferi me isolar e me entreguei cada vez mais à prática dos meus ensinamentos religiosos. Num dia em que sozinho clamava aos Orixás por minha tribo, quando pedia a doce Mãe Oxum que suavizasse o coração dos meus irmãos, sofri uma terrível emboscada. E num dia cinzento, chuvoso, dia em que a tribo não participava tão intensamente do trabalho em grupo devido ao tempo, fui arrancado à força de minha maloca e levado para um lugar distante da minha Luanda, minha querida Angola... Indaguei todo tempo o que se passava, reivindicando a minha posição de membro da família real. Mas mesmo assim fui levado por uns homens estranhos que me carregaram à força, sem piedade, como se eu fosse um animal e eles os caçadores implacáveis. Ali começou o meu martírio. Mas dor maior senti ao avistar por perto três dos meus sete irmãos de sangue. Nesse momento me conscientizei da terrível traição que sofri e que deitou uma profunda ferida na minha alma.

Amarrado como um bicho, passei três dias amontoado em cima de uma carroça, onde cada vez mais eram colocados negros em grande número, uns por cima dos outros, como se faz com pele de animais. E assim fiquei, por baixo daquele amontoado de infelizes, faminto e sedento. Desespero maior eu senti ao ser retirado da carroça e jogado no porão imundo de uma grande embarcação. Dali por diante nós nos unimos em preces, dor e saudade na longa viagem ao Brasil, terra distante e desconhecida. Maltratado durante a interminável viagem, assistindo com horror cenas que jamais poderia imaginar, vi meus irmãos de raça e de religião sendo esmagados em sua hombridade; vi humilhação e revolta no olhar dos meus irmãos de destino; vi o açoite cortar impiedosamente a carne daqueles que ousavam manifestar a menor reação de revolta; vi corpos jogados ao mar e a peste se alastrar, ceifando a vida de muitos irmãos. Apesar do horror do navio negreiro consegui chegar com vida nesta terra distante chamada! pelos seus nativos de Brasil. Clamei a Olodumaré por forças, pois pensei que não aguentaria tanta fome e tanto sofrimento dentro daquela embarcação maldita que me obrigava a tomar água salgada, e de barriga inchada deixei n'África distante minha juventude e alegria.
Aqui chegando, fui levado para uma feira, como as batatas compradas hoje por vocês, e vendido, pelos dentes fortes e bons que tinha, para uma rica família fazendeira de café. Dei duro dia e noite, trabalhando duro nos cangais, sofrendo mais humilhação, mais dor. "Nego Véio” era humilde e obediente e tudo fazia para agradar aos senhores brancos. Logo fui recompensado pela docilidade, passando a trabalhar para Sinhá dona como escravo de dentro, "catiço" de Sinhá. Por isso, "Nego" sofreu novamente a inveja dos irmãos de cor, que passaram a maltratar o "Véio" na senzala, acusando o "Véio" de não mais pertencer àquela raiz. Como estavam enganados! Se "Nego Véio" pudesse, tirava todos das correntes do cativeiro. "Nego Véio" era apenas obediente e manso. Rejeitado por meus irmãos catiços, procurei aprender escondido com Sinhá moça, linda e formosa, as primeiras letras. "Nego Véio" esperto, logo aprendeu a ler e a escrever. Com isso, passei a fazer as anotações da fazenda. Conquistei a amizade do Sinhô e também acabei despertando, por isso, a inveja do capataz da fazenda, que era ruim "por demais". O caminho de espinhos ainda não estava longe dos pés do “Véio", e o destino prega nos "fio" umas brincadeiras ingratas. Bonito, jovem, agora letrado, fui me enamorar por quem nunca deveria sequer levantar os olhos: Sinhá Moça! Mas foi impossível não me prender aos encantos daquela jovem formosa, de pele rosa, carinhosa e doce como uma flor sem espinhos. Até os dias de hoje, quando me lembro, suspiro. E como Zâmbi não separa os filhos por cor quando traça o seu destino, a jovem Sinhá também se encantou com a doçura do "Nego". E o que aconteceu vocês já podem imaginar... "Véio" sucumbiu aos encantos da Sinhá e por isso mais uma vez tive o meu destino mexido e remexido. Fui arrancado, numa noite, da minha esteira, levado para um cemitério distante e lá fui abandonado. O feitor me alertou dizendo que dali não poderia mais sair. Que deveria tomar conta de todas as campas, que comesse o que conseguisse plantar e nunca mais aparecesse nem na Casa Grande, nem na senzala. Pois eu traíra a confiança do Sinhô e que ele só não me matava, porque não queria sujar as mãos com o sangue do pai do neto dele. Ali naquele cemitério, isolado e triste, eu vivi até o fim dos meus dias. Distante de quem eu amei, distante do meu povo... Passei a fazer feitiços fortes para o meu povo, que passou a me procurar quando os feitores estavam bravos com eles, quando adoeciam, quando tinham algum problema. Procuravam a minha rega, a minha magia forte. E o sacerdócio recebido na África, acabei exercendo aqui nesta terra, dentro de uma Calunga, onde fui por muitos anos o "Guardião Encarnado"! "Nego Véio" tem consciência de que não sofreu porque era bonzinho. Teve culpa passada e por isso resgatou. Quando retornei à "Pátria Espiritual", verifiquei que não precisava, se quisesse, reencarnar no planeta Terra. Mas, como a mágoa é péssima companheira e deveria me livrar dela de alguma forma, por misericórdia do Pai a mim foi oferecida a oportunidade de trabalhar na "Lei de Umbanda" para, através da caridade e do amor, depurar esse "tiquinho" de mágoa existente. Certo dia, ao baixar no terreiro, esse "Véio" cantou: "Cipriano Quimbandeiro, chorou no cativeiro. Hoje chora de alegria o Rosário de Maria. Chora, chora, saravando Angola..."

Curimba de força e de fé. Para os filhos que não sabem, Cipriano é convertido na Lei de Deus. Dentro desta pequena história têm várias outras. Mas, o viver na caridade é o mais importante neste momento, fazer o bem sem olhar a quem, em nome de Oxalá. Esta missão permanece com o "Véio". Que as bênçãos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Mamãe Oxum, lhes fortaleçam o caminhar. Pai Cipriano, em 25 de setembro de 2003.

Texto de: Roldson, de Manaus, AM

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O amor e o tempo podem curar todas as suas feridas!

O amor e o tempo podem curar todas as suas feridas!
O tempo e o amor podem curar todas as suas feridas! Mas dê a sua parcela de contribuição, viu? Faça a sua parte.

Tudo nessa vida passa. Tudo mesmo. Por isso, se hoje você está feliz curta o seu momento sabendo que ele passará. E se estiver triste, saiba que essa tristeza também vai passar!

Saboreie todos os momentos de sua vida como sendo os únicos que terá. Cada pessoa também é única! Exclusiva e especial.

É um aprendizado constante o de viver bem o momento presente. Isso merece a sua atenção porque muita gente acaba vivendo do passado ou no passado. Fique atento e não se deixe enganar pelo passado, tá? E nem com o futuro.

Aceite e viva bem e intensamente tantos os momentos bons como os ruins. Tudo o que tem acontecido com você deve servir para o seu crescimento, com o seu fortalecimento e com o seu ânimo. Aprenda com tudo. A vida pode judiar mas também ensina.

Jamais permita que aquelas antigas lembranças tristes contagiem o seu momento presente! Jamais! O agora deve ser vivido com tudo, com toda a sua capacidade!

Bola pra frente! Levante essa cabeça e continue firme! Força! Coragem! Espere sempre pelo melhor! Escolha viver com amor no coração.

Bom Dia! Bom divertimento! Fique com Deus!


"É bom saber que nenhuma condição é permanente: não fique contente demais com a boa sorte, nem triste demais na desgraça"



É uma constante batalha para uma jovem que quer servir a Deus. Além dos próprios pensamentos, que a põe para baixo, há pessoas ao redor que fazem comentários sem pensar… ‘Ela é tão criançona…’; ‘Ela só tem tamanho…’; ‘Ela é muito bobinha…’; ‘Ela chegou aqui ontem, não sabe de nada…’; ‘Ela não tem experiências…’

Foi difícil para mim também. Principalmente antes de conhecer o meu esposo, pois ouvia falar o quanto ele era  inteligente, sério, maduro e espiritual. Eu me olhava no espelho e via o oposto… Não me achava espiritual o

suficiente, porque não era como a fulana. Vivia ouvindo o quanto criançona eu era. E, para completar, eu não me achava inteligente o suficiente.

Quando casamos, eu me senti ainda pior. Agora era para ser uma mulher casada e madura e ainda me sentia uma jovem inexperiente. Orava a Deus todos os dias. Quanto mais eu orava, mais furo dava. Até que o tempo passou e Deus foi trabalhando em mim, aos pouquinhos, a ponto de nem mesmo reparar, pois estava tão ocupada com os problemas e as dificuldades, que não vi o quanto Ele trabalhava em mim por meio delas.

O amadurecimento vem com as lutas. Toda vez que você passar por elas, aproveite para aprender!


Sabe aquelas rodinhas que se formam no meio de colegas de escola, igreja ou trabalho? Aquelas que parecem ter um sinal pendurado bem acima da roda, que diz: ‘Nós não aceitamos novas amizades?’ Pois é, eu sou do contra. Toda menina que fazia parte dessas rodinhas já era desqualificada para ser uma potencial amizade minha. Não porque me achava melhor, mas porque nunca gostei mesmo.

às vezes saíamos no parque com algumas mulheres, e era batata: essas rodinhas se criavam. E, sabe o que é mais interessante? É que as mulheres que se tornavam membros de carteirinha desse tipo de fundação antissocial se pareciam demais.

Ou eram todas fofoqueiras, ou eram todas frustradas, ou eram todas egoístas, ou eram todas muito justas para as demais. Quando eu olhava para aquilo, o meu sangue subia para a cabeça e a vontade era de perguntar para elas se já haviam visto o que todas ali tinham em comum!   

Quando se cria uma roda de ‘amigas’, o que mais se fala nessa roda não interessa, e, pior, contamina. Eu sou privilegiada por tantas amigas com o mesmo espírito que eu e a mesma fé, e sempre quando nos encontramos em reuniões, sentamos todas juntas, praticamente o dia inteiro, só dividindo experiências e dicas para fazer mais para servir a Deus. É a coisa mais gostosa. Ninguém se sente constrangido com ninguém, ninguém faz comentários inapropriados de ninguém, e ninguém prefere ninguém. Todo o mundo respeita todo o mundo. Quando saímos dessas reuniões, que normalmente não duram mais que dois dias, saímos renovadas e abençoadas. O contrário destas rodas de ‘amigas’ que existem por aí…

Nessas rodas, há sempre aquela que manda e aquela que é a sua puxa-saco, também há aquela que sofre por não falar tanto como as demais. O que rola de assuntos sem nexo… E, o pior, quando vão embora, deixam mágoas umas nas outras.

A mulher inteligente não entra em rodinhas, não faz parte de panelinhas. Ela é amiga de todas, e quando está junto de suas amigas, acrescenta e não destrói.


Avance sempre
Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.
Mas é importante não parar.
Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.
Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.
Continue andando e fazendo.
O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar

movendo-se para frente.
A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.
Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.
Então continue andando e fazendo.
Não desperdice a base que você já construiu.
Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.
Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.
Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

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